Para que serve esse espaço?

cropped-cropped-11238973_892893264101482_5389570438403214492_o2.jpgONG Temos que falar sobre isso: Acolhimento Livre de Julgamento

Mulheres · Mães ·Meninas

Autonomia · Cuidado · Direito · Escuta

TEMOS QUE FALAR SOBRE ISSO é uma ONG e plataforma de relatos ANÔNIMOS para dar voz a mulheres e mães que passaram pelas mais diversas situações: depressão pós-parto, transtornos ligados à saúde mental na maternidade e no período perinatal (desde a concepção até o primeiro ano do bebê), dificuldades durante a gravidez, sofrimento psíquico intenso, violência e abuso, desigualdade de gênero, problemas com amamentação, perda gestacional e neonatal, partos traumáticos, prematuridade extrema, gravidez de alto risco, processo de adoção, violência obstétrica e pediátrica, luto, entre outros.

Desabafos de mulheres que, desamparadas, não encontram ajuda ou apoio para falar sobre isso.

Mães com dificuldades em contar suas histórias por medo de serem consideradas incapazes de cuidar de seus próprios filhos, por vergonha, por insegurança, por se sentirem sozinhas ou qualquer razão seja, têm um espaço de acolhida e suas vozes serão ouvidas.

Aqui podem falar como se sentem e compartilhar com outras mulheres, em situações semelhantes e de forma segura, seus sentimentos e angústias sem serem julgadas.

Os objetivos são:

Dar voz às mulheres para contarem suas experiências livres de julgamento, proporcionando-lhes uma rede de suporte social que visa o empoderamento feminino e a transformação social;

Promover escuta ativa, acolhimento e apoio para o cuidado integral da mulher, família e entorno no período gravídico-puerperal;

Criar um grupo de apoio onde as mulheres ao darem seus depoimentos, vejam que suas angústias são mais comuns do que elas imaginam, e, assim, consigam ter um certo alívio constatando que estes não são problemas exclusivos seus;

Ajudar essas mães a encontrarem forças e conforto nelas mesmas e em outras mães, para seguir adiante e ultrapassar esses obstáculos tão delicados nesses períodos tão sensíveis;

Guiar à que possam encontrar ajuda em programas sociais, profissionais da saúde mental, médicos, psicólogos, doulas, enfermeiros e grupos de apoio local;

Criar uma lista de grupos de apoio virtuais e presenciais gratuitos no Brasil e no mundo;

Fornecer informação escrita por nossos Colaboradores – profissionais sensíveis aos temas que abordamos e também através de artigos científicos;

Formar, sensibilizar e conscientizar sobre gênero e identidades femininas, legitimando e ressignificando os processos naturais de transformação nos seus períodos mais intensos.

Vamos começar já pois TEMOS QUE FALAR SOBRE ISSO!



A maioria das fotos utilizadas neste blog são bancos de imagens gratuitas. Se existe alguma foto ou ilustração de sua autoria neste blog e deseja que seja removida, favor enviar um email para contato@temosquefalarsobreisso.com.br que prontamente será retirada do ar ou colocado os devidos créditos. Muito obrigada.

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111 comentários Adicione o seu

  1. JCD disse:

    Olá gente preciso muito de uma luz
    Estou gravida e não consigo aceitar minha gestação. Vou contar um pouco da minha história
    Bem tenho um lindo bebe de 1 ano e 4 meses. Foi planejado demorei 2 anos para engravidar dele. Mas até que fiquei gravida e dai veio meu pânico, sofri muito no serviço o problema foi tão sério que passei com psiquiatra e psicólogo e acabei fazendo terapia. Passou tive um parto até bom e chega na hora de amamentar não tinha uma gota de leite, dai meu mundo cai novamente, tentei várias coisas e nadinha de leite. Decidi em não voltar a trabalhar resolvi cuidar do meu filho, e dai descobri o tão solitário que a maternidade é.
    E descobri também que eu me tornei mãe e que odeio a maternidade mas amo muito meu filho. Só que são tantas coisas que deixamos para trás ( sono, liberdade, trabalho etc )
    Só que eu levei um susto pois descobri que estou gravida novamente ( tomando remédio certinho) não queria mais filhos se pudesse fazia laqueadura no primeiro. Mas realmente está aí não tenho condições de abortar pois meu marido está super feliz com a gravidez e nunca me apoiaria nessa decisão. A questão que eu me sinto cada vez mais doente não tenho forças para nada queria tanto morrer, não estou agüentando essa situação. E ainda tenho que tirar forças não sei de onde para cuidar do meu bebe. Peço todo dia para Deus levar essa criança pois fico pensando tanta gente querendo um filho e eu aqui rejeitando um, mas tenho medo de não aceitar esse bebe. As pessoas dizem que vai dar tudo certo e tal só que não vejo luz nesse inferno que estou vivendo nesse momento. Odiei ficar gravida foi a pior sensação do mundo e agora novamente, não sei até quanto tempo suporto essa situação. Alguém que já passou por isso pode contar suas experiências

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    1. Diana disse:

      Sei exatamente o que está passando… Também estou grávida de quatro meses e não consigo ter nenhum tipo de sentimento por esse bebê. Na minha primeira gravidez, que também não foi programada, após o susto inicial, logo passei a curtir a gravidez e esperar ansiosamente pelo bebê.
      Depois que ele nasceu, o pai pulou fora e fui mãe solo, entrando em forte depressão, que levou anos para melhorar.
      Também amo meu filho, mas odeio ser mãe. É agora que ele está com quase dez anos, outra gravidez indesejada.
      Transei uma única vez no ciclo todo, rapidinho, meu marido não ejaculou, mas um mês depois comecei a enjoar e descobri que estava grávida.
      Passei três dias fechada no meu quarto chorando, procurando Cytotec pela internet, mas duas semanas depois de descobrir a gravidez, decidi não abortar.
      Só que agora estou arrependida. Não consigo aceitar a gravidez, fico louca só de imaginar que vai nascer um bebê e vou ter que ficar a disposição dessa criança por meses, só limpando bosta e dando de mamar, ouvindo aquele choro insuportável dias a fio, sem dormir, sem vida social, sem trabalhar, sem a ilusão de que alguém vai vir me visitar e me ajudar.
      Ser mãe é uma merda!
      Fora a pressão da família e da sociedade para estar feliz e grata pela chegada do bebê. Não tenho o direito de estar em depressão, sou obrigada a estar feliz. 24 horas de fingimento por dia. Isso está insuportável.
      Amiga, estamos no mesmo barco.
      Boa sorte pra nós duas!

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  2. Diana disse:

    Estou grávida de quatro meses, foi uma gravidez inesperada e até agora não consigo me sentir mãe desse bebê. Sou casada e tenho um filho de outro relacionamento, anterior ao casamento. Meu maior pesadelo era ter outro filho, quando descobri que estava grávida passei dias planejando o aborto, mas não tive coragem, pois meu marido ficou muito feliz com o bebê. Não consigo me sentir feliz com a gravidez nem por um minuto. Às vezes penso em entregar o bebê para meu marido criar e sumir depois que o bebê nascer e desmamar. Minha vida está uma droga, acordo e vou dormir sem ânimo, mesmo sabendo que deveria estar alegre e grata por tudo de bom que tenho na vida. É difícil fingir felicidade o tempo todo…

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  3. Anônima disse:

    Me casei aos 22 anos, com um homem 21 anos de idade a mais.
    Eu o amava ou amo, já não tenho certeza.
    Eu sinto minha vida indo embora, e eu não estou vivendo.
    Trabalhamos juntos, e ele fica com todo o dinheiro arrecadado, me privando financeiramente. Ele está sempre no controle.
    Aos fins de semana, ele vai ao nosso comércio e fica lá, e eu sozinha.
    Se eu reclamo, eu sou ruim e insensível.
    Hoje com 36, vivo uma vida menos ativa do que alguém com 70.
    No sexo, eu tenho que compreender, que ele não consegue todos os dias, mas quando estamos na cama, ele se realiza e vai pro banheiro, e eu fico olhando pro teto, me perguntando: -e, eu?

    Eu não consigo evoluir ao lado dele!
    Me sinto bloqueada!

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  4. Helio Machado disse:

    Thais me inspirou muito sua história! Um filme passou na minha cabeça e vou gravar um vídeo contando nossa história e espero que sirva para muitos como vejo que ouvir sua história me fez bem e também a muita sorte mulheres e famílias que passaram por situações semelhantes!

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  5. Lins disse:

    Eu cheguei a acreditar realmente que poderia ser diferente, eu acreditava num possível final feliz, acreditei em suas palavras e mais uma vez me encontro num abismo profundo, frio e doloroso. Sao dias e noites difíceis, me reerguer ta difícil, to tentando nao transparecer tamanho sofrer, to me mantendo distante porque assim eu evito explicações.
    Eu preciso de você, eu ainda nao sei em que momento a gente se perdeu( ou você se encontrou)
    Eu to perdida em muita coisa eu ainda nao consigo entender cm é capaz de amar duas pessoas ao mesmo tempo (particularmente creio que nao seja possível, mas por mais que eu tenha essa certeza eu ainda acredito no seu EU TE AMO)

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  6. Talitha Bewlay disse:

    Uma amiga me mandou o link. Meu filho foi planejado, o pai dele quem inclusive propôs, sabia que eu queria ter filhos. Aí, com cinco meses de gravidez, ele tomando lsd todos os dias me traiu e me jogou na rua. Trabalhei até um dia antes do João nascer, contei com o apoio dos amigos, rolou até uma vaquinha pra me auxiliarem com as despesas. Aí ele se reaproximou quando meu filho nasceu. Não me julguem, eu gosto dele ainda, e permiti. Mas foi abuso atrás de abuso, virei amante de meu companheiro, ele me traiu de novo e me torturo psicologicamente, tenho os prints das conversas. Ele andou sendo preso por TRÁFICO DE DROGAS, EU E UMA AMIGA QUEM CORREMOS COM ADVOGADO. Agora precisei me mudar E ELE NÃO MOVEU UMA PALHA, NÃO TEM FEITO A PARTE DELE NAS DESPESAS, NOSSO FILHO COMPLETOU UM ANO E DOIS MESES!!! Vou cobrar(ele paro de vir) e o encontro na cama com uma travesti, que pelo jeito ele assumiu como a nova namoradinha. Ela o monopoliza e nem nos deixa a sós pra conversar, outra criatura mau-caráter que fica ostentando as droguinhas dele e a relação no instagram! Estou entrando com pedido de pensão e guarda exclusiva. Adoraria que tivesse um jeito de tirar o nome dele da certidão, como ele já escreveu para mim(!!). E ainda fica mostrando foto de meu bebê pras peguetes para se exibir omo “o paizão”. Dei muito duro por nós, por ele, quem conhece nossa história SABE, E AGORA SOMOS DESCARTADOS. Ele tem uma menina de seis anos no sul pra quem também nunca dá nada.

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  7. Katia Almeida disse:

    Quero participar e ajudar.

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  8. Katia Almeida disse:

    A Mônica Martelli publicou no Instagram o site e me interessei em ajudar. Sou mãe a 15 anos, talvez possa ajudar.

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  9. daniela moura disse:

    sem querer achei esse site hoje e pelo pouco que eu pude ler ja estou formando opiniões diferentes e de como agir diferente em relação a filho a familha pois sou mãe e ja passei e estou passando por problemas parecido e se alguém precisar da minha amizade -pra converssar estou a disposição

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  10. Leticia disse:

    Queridas mães
    Já passei por tudo isso quando meus filhos eram pequenos. Muitas vezes me senti pequena e exausta e tb achava que a fase difícil nunca acabaria. Mas apesar de todas as dificuldades, nunca perdi a esperança de dias melhores junto com eles. Parecia que as crianças demorariam a crescer, mas sem eu perceber e com muito amor e dedicação extrema a que me doei, eles cresceram rápido e felizes. Por um tempo deixei minhas escolhas de lado em prol do melhor para eles, pois nunca quis me culpar por nada em relação a eles e, para mim, o bem estar deles era a minha maior felicidade.
    Vocês também são capazes, basta amar incondicionalmente, ter muita paciência, não perder a esperança e ter fé em Deus que tudo se resolverá, antes mesmo que se dêem conta. Apesar que filho, é para a vida toda e nossas vidas, nunca mais serão as mesmas, mas é possível sim, sermos felizes novamente!!

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  11. B. disse:

    Não estou suportando a possibilidade de estar grávida do meu segundo filho. Não estou nada bem ..Nem fisicamente ,nem psicologicamente, e muito menos financeiramente… Vou desmoronar a qualquer momento,parece que a morte está próxima.ja tenho um filho de 6 anos,o amo muito.. sinto pena dele. Me tornei uma pessoa mãe.. não nasci para ser mãe.. não quero outro filho..Me sinto muito mal fisicamente.. muito doente.. minha mentruacao veio estranha mês passado,e ficou uns 15 dias vindo um risco,as vezes bem marrom,outras,rosa.. muito enjôo,dor no estômago, me impossibilitando de fazer qualquer coisa. E eu usso ,já a alguns anos,maconha,fumo um baseado por dia,estou com a psique muito abalada,mil medos,medos por fumar maconha,e estar realmente grávida,medo de estar doente,de morrer.. mas não consigo sair do lugar,buscar ajuda.. uma depressão horrível tomou conta de mim. Não consigo nem pensar direito 😞😖

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    1. Camila Canholato disse:

      Moça, calma! Primeiro passo é ter certeza da gestação. Diante do resultado você verá o que deve fazer: Caso o exame dê negativo, procure o
      médico ginecologista para descobrir o motivo da menstruação estranha; reveja seus métodos contraceptivos, independente do tipo de relação que você mantenha use camisinha; reveja o uso de métodos hormonais pois eles mexem profundamente com nosso emocional.
      Caso seu exame dê positivo, inicie o pré natal, converse com seu médico sobre seu estado emocional e solicite acompanhamento psicológico. Sei que a maternidade parece profundamente cruel conosco, mas isso vai passar. Tenho certeza que você é boa mãe, percebo isso pelo fato de se preocupar com o bem estar de seu filho. Se precisar, estou aqui. ♥

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    2. Carolina disse:

      Percebo que você está se sentindo confusa, ansiosa e amedrontada… tente entender quais necessidades básicas estão causando esses sentimentos. Muitas mulheres se sentem aprisionadas pelos filhos por perderem sua autonomia e independência temporariamente. Veja bem, seu filho irá crescer e nada está perdido. Sempre podemos recomeçar!!! Recomendo que você evite usar maconha, ao menos por uns dias, pois ela altera seu estado mental e dificulta que você veja a realidade com clareza. Aos poucos você vai notar que droga nenhuma faz diferença pra melhorar sua vida…beba água, respire fundo, coloque uma música suave e tente ficar sentada por uns minutos, de olhos fechados, apenas respirando…perdoe-se, ame-se, faça uma oração, agradeça por ter chegado até aqui e peça força para seguir… Alterações na menstruação são mais comuns do que se imagina, pode ser estresse, falta de sono, falta de atividade física, má alimentação…faça um teste de farmácia para eliminar dúvidas, e fique calma. Todos nós iremos morrer algum dia, isso é inevitável. Então aproveite a vida, tome uma atitude consciente para que seu corpo e mente não adoeçam. Brinque com seu filho, cuide da sua saúde, fale com Deus!! Você verá que existem muitas pessoas dispostas a ajudar. Abraço.

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    3. Diana disse:

      Também estou grávida do segundo filho, mas não reconheço como mãe. Odiei ser mãe a primeira vez, mesmo não tive desejado a nova gravidez, acreditei que seria diferente, mas estou péssima. Também não nasci pra ser mãe! Não me vai com um bebê no colo daqui a cinco meses. Fazendo xixi, cocô,mamando e chorando o dia inteiro. Isso pra mim é um inferno! Sei bem o que está sentindo, e torço para que consiga superar essa fase.

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  12. Vanessa lobo disse:

    Tenho 42 anos e dois filhos,uma menina de 10 anos e um menino de 1 ano e 8 meses.Preciso de ajuda,depois que engravidei do segundo filho, me afastei da primeira, e não sei explicar, não sinto tanto amor por ela assim. Não consigo dar carinho, e eu estou sofrendo com isso tbem.

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    1. Mah disse:

      Oh querida, que coisa difícil! A gente fica tão perdida nessa névoa de criançada que temos dificuldade de olhar pra dentro de nós. E 10 anos é uma idade tão difícil, né? Já pensou em pedir a visita de outra mãe? Já pensou em fazer terapia? Considera a possibilidade de estar em depressão?
      Com o bebê a criança maior parece um gigante, uma intrusa, né? Mas ela também deve sofrer muito com esse rompimento, e espero que você consiga o quanto antes se reconectar com a mocinha! ❤

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  13. Paula disse:

    Minha bebê só chora, tem 8 meses.. não mama mais leite materno, não gosta de fórmulas , não come frutas, não gosta quase de comidas salgadas.. Tudo é uma tortura, levo na pediatra ela diz que não está ganhando peso, eu em contra partida estou gorda , ela não dorme direito, nada está bom, fica ranhetando o dia todo.. Não sei mais o que fazer, estou estressada , sem energia pra cuidar dela.. Só consigo pensar no porque de ter tido ela… Não consigo ter carinho por ela, não vejo graça nenhuma na maternidade, me sinto frustrada, e tenho outra filha de 10 anos que é boazinha e infelizmente está presenciando meus ataques nervosos… Marido trabalha muito, entende a situação mas tbm não sabe mais o que fazer.. Tenho vontade de dar ela pra alguém.. Ou de sumir as vezes.. Sinto que só não o faço por causa da mais velha.. O que posso fazer? Me ajudem.. Depois me arrependo desses pensamentos, mas não consigo mudar o sentimento.. Estou tão perdida 😯😢

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    1. Flávia disse:

      Paula,sei bem o que é isso.Primeiro é normal,crianças entrarem nesse período de birra para comer.Sabe o que você pode tentar fazer?Vá mudando o leite até ela se adaptar,tenta dar frutas,sopas…se ela recusar.Não fica nervosa.Isso deixará você e ela mais nervosa.Vá tentando.
      Coloque-a perto de vcs.Junte a mais velha e ela para cozinhar.Com a mais velha e vc,ela irá aprender aos poucos que isso é normal.Coloque uma música infantil.Tipo Palavra Cantada,vão ouvindo a música…
      Lave o brócolis e cozinhe pouco.De um pedaço na mão dela.Deixa ela sentir a comida.Faça isso com batata doce,cenoura. ..e etc.De para ela sentir.
      Prepare a comida de todos,junte todo mundo para comer, para ela sentir que é rotina.
      Pode ter certeza,você vai conseguir.
      Fica em paz,um grande beijo.

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      1. Elaine Garcia disse:

        Oi Paula, é díficil alguém tentar ajudar de fora da situação, mas creio que o que está acontecendo vai muito além da questão do alimento ou do sono, é uma questão de se conectar ao seu bebê. Ela percebe que sua mãe não está bem, que está triste, cansada, e ela capta também seus sentimentos de rejeição. Ela não sabe como agir diante de uma situação dessas então reage como pode, deixando de comer, acordando a noite, para que você consiga perceber sua luta, sua tristeza, sua necessidade de conexão. Ela é apenas um bebezinho, que chegou ao mundo a pouco tempo e agora está imersa num mundo adulto cheio de problemas, falta de tempo, de amparo e não sabe de que maneira reagir e lidar com essa situação. Acredito que antes de tentar qualquer atitude em relação as questões práticas de ordem fisiológica como você descreveu: comer, dormir, etc. É preciso que você avalie a cena emocional em que vocês se encontram. Você precisa receber apoio emocional, seja do seu parceiro, de familiares, amigos, para que você tenha forças para olhar para dentro de você, afastar a tristeza, os maus pensamentos, e retomar a conexão emocional com sua filha. Tente começar conversando com ela, dizendo o quanto a ama, mas que você se sente cansada, sozinha, perdida, culpada, etc. Deixe que ela saiba o que você está sentindo, mas deixe claro para ela que você é adulta e apesar de todos esses problemas você irá conseguir superar a situação, e que ela não precisa se preocupar. Fique próxima dela, brincando, fazendo carinho, pegando no colo, cantando músicas, para que o dia se torne mais leve para vocês duas. Me parece que sua pequena está tão cansada e estressada quanto você. E se você tiver a possibilidade leia o livro da Laura Gutman: A maternidade e o encontro com a própria sombra. Me ajudou muito, pode te ajudar também. Tenha fé querida, as coisas irão se resolver.
        Um abraço!

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    2. angellstore disse:

      Paula,
      Meu filho mais novo era assim, não dormia, não comia, um ranheta de carteirinha…chorava e gritava, eu ficava exausta….a técnica que usei para não pirar foi viver um dia de casa vez…eu ficava dando de mamar ( ou tentanddo dar de mamar) até as 5 da manhã e às 6:30 hs eu tinha que levantar para preparar e levar o filho mais velho de oito anos, para a escola, então eu levantava, olhava no espelho e dizia: “Por hj eu vou conseguir aguentar a pressão e dar conta de tudo, amanhã eu não sei…Só foco no hoje” e eu consegui . Em relação à alimentação, eu também dava os legumes, frutinhas, bolachinha, pao na mãozinha dele para ele experimentar 🙂 Vai com calma que tudo vai se ajeitar! Beijos

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    3. Mah disse:

      Ai, Paula, isso parece tanto com depressão, querida! O que você espera que outra mãe possa fazer pra te ajudar? Eu acredito muito que vc precisaria de um terapeuta, mas o problema a gente cura é na lida diária, e só o fato de ter ajuda vez em quando pode ajudar você a se reposicionar consigo mesma. Um abraço apertado, querida! Te entendo!

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  14. Janaina disse:

    Boa Tarde!
    Fiz uma conta recente no instagram que trata a respeito de moda mas tb sobre maternidade..Passei por algumas dificuldades e nunca encontrava relatos condizentes com aquilo que eu estava sentindo…era tudo muito florido ou virava motivo de piada…as mulheres quando tornam-se maes nao deixam de ser humanas…elas continuam tendo as mesmas percepcoes e os mesmos sentimentos de antes…nao entendo pq as pessoas tem receio de compartilhar verdadeiramente o que estao sentindo…entao fiz essa conta no instagram para compartilhar minha opiniao, minhas experiencias de uma forma real e acolhedora…achei muito bacana esse espaco aqui ! parabens pela iniciativa.
    Quem quiser conhecer meu insta, o perfil e aberto: ona_inha e os posts em questao estao com a hashtag: #nãoestavanacartilha. Espero que vcs se identifiquem e gostem !!!
    bjs

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  15. Ana Flavia disse:

    Olá tenho 31 anos,sou mãe de um menino de 12,uma menina de 3.Acabei de perder meu filho.Nasceu morto.Foi uma gestação difícil,tive descolamento de placenta no começo,cuidei.Estava tudo normal…
    Tudo mesmo.Mas eu passava muito nervoso,sou ansiosa…sentia uma pressão enorme,fumava escondida…sempre. Mas me culpava toda hora.Nao estava dando conta da casa,não arrumava direito…era cobrada pelo meu marido toda hora.Nisso descontava no cigarro.
    Acabou que senti dores,fui para consulta e meu médico disse que estava bem,mas não estava.Fui para o hospital e descobri que meu filho estava morto.Está sendo a pior dor de todas.
    Me culpo toda hora…

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  16. Fernanda Garcia disse:

    Tenho 38 anos, um filho lindo de 5 anos.
    Namorei 5 anos e me juntei por mais 15 com meu primeiro namorado, tivemos um filho em 2012, e depois disso minha vida virou do avesso.
    Engordei muito na gravidez, e meu leite secou no pós parto, e sofri com dores horríveis durante dois anos após por causa de um mioma enorme…que custei a operar por falta de dinheiro e coragem de enfrentar uma nova cirurgia.
    Após isso…corpo deformado…sentindo tudo negativo,não queria mais meu companheiro, mudei de religião e de profissão.
    Agora separada há 1 ano e 5 meses, estou passando mega dificuldades financeiras!
    E só Deus sabe como meu filho é difícil comigo, ele me testa muito e tem dias que sou eu que não tenho um pingo de paciência mesmo.
    Hoje mesmo , ele no banho deixou água entrar no ouvido eu dei um tapa, em seguida, ele deixou entrar mais água encerrei o banho e o chamei de tapado.
    E ele começa a me chamar de chata, feia, e não para de falar…mais tapa…ele me enfrenta!
    Não me obedece.
    E são tantos problemas que mesmo anônima não dá pra contar tudo.

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    1. Joana disse:

      Nao se culpe, voce esta fazendo o melhor que consegue fazer no momento. É a única mãe que seu filho precisa ter.

      Vale a pena assistir essa palestra sobre a Comunicação Não Violenta, ajuda muito a criar uma conexão.

      Legendado – https://m.youtube.com/watch?v=DgAsthY2KNA

      Dublado – https://m.youtube.com/watch?v=uxABJFS1_j8

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      1. Joana disse:

        Pesquise sobre educação não violenta. Muitas pessoas que passam por isso estão conseguindo mudar essa realidade. Acima de tudo, tente sempre criar pensamentos positivos para conseguir ver novas possibilidades e melhorar a cada dia seu caminho.

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  17. Valeria disse:

    Parece que estou enlouquecendo! Tenho dois filhos de 7 e 4 anos que parece que foram treinados pra me tirar a paciência! Eles são agitadissimos, desobedientes, se eu mando sentar eles levantam, se mando levantar eles sentam! Entende?!? Eles não fazem nada do que eu mando, parece que não sou ninguém pra eles! Estou feito uma mulher que fez um comentário aqui que ela diZia que se sentia um monstro Pq batia na filha e perdia a paciência toda hora! Faço o mesmo, prometo toda noite que no outro dia serei diferente mas não consigo, algumas vezes já desejei morrer por não saber mais o que fazer com eles! Me ajudem pelo amor de Deus!

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    1. Joana disse:

      Vale a pena assistir essa palestra sobre a Comunicação Não Violenta, ajuda muito a criar uma conexão.

      Legendado – https://m.youtube.com/watch?v=DgAsthY2KNA

      Dublado – https://m.youtube.com/watch?v=uxABJFS1_j8

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    2. angellstore disse:

      Valeria, já tentei lhe responder algumas vezes mas nada parecia bom o suficiente para o sofrimento que está passando. Como já senti a mesma coisa, sei bem o que é se sentir assim. Quando olho para trás e me pergunto por que sofri tanto, vejo que eu estava isolada, sem pessoas boas o suficiente para me dar carinho e suporte emocional, somando- se a isso as pressões e obrigações, e o esgotamento mental e fisico e também as cobranças externas e as que eu mesma me fazia…. Difícil não é?? Porque hoje em dia temos que ser perfeitas……nós nos cobramos isso. Relaxa Valeria, e olha para seus filhotes de uma forma imparcial….talvez eles externem toda a tensão que sentem em você. Procura fazer coisas diferentes com eles, procura colocar uma programação especial de musica relaxante que eles gostem, deitem no chão e brinquem de olhar as formas das nuvens…deixa os minutos passarem…. As horas passarem…..esses momentos não voltam…curta isso e faça- os sorrir, dar risada, gargalhar e ria com eles. Você é tudo de lindo para eles, saiba disso. Fale mais baixo ao invés de falar alto…Aps poucos tudo vai se acalmar, e você vai se reencontrar . Beijos

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  18. Renata Moço Chaleira disse:

    Parabéns pela iniciativa.
    Sigo-vos em Portugal. Como vos posso contactar?

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  19. Maysa disse:

    Me tornei um mostro em forma de mãe. Estou estragando a melhor época da vida minha filha. Bato, grito, ameaço , ela esta sendo uma.criança triste e insegura. Exigo muito dela , sou intolerante ao erros dela. Todos os.dias de manhã prometo pra mim.mesmo que vai ser um dia diferente, que nao vou brigar com ela mas, na primeira correção já transformei no mostro novamente. Acho que ela viverá melhor sem mim. Penso até em deixar esse mundo, não posso tortura-la assim. Preciso de ajuda pra.expulsar esse mostro de dentro de mim.

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    1. Ana disse:

      Por favor, CONTE O QUE ESTÁ ACONTECENDO em algum lugar. Pode ser no posto de saúde, ou para o pediatra dela. FALE na escola ou numa igrejas, ou delegacia, centro de assistência social. Não adianta prometer toda a manhã, você está protegida pelo sigilo, por isso não consegue tirar isso de dentro de você. No exato dia em que contar e quebrar o sigilo o monstro vai embora.

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    2. NATALIA disse:

      Procure ajuda!!! Não fique em casa… Saia… Realmente conte para alguém na sua religião, na escola… Não deixe isso continuar!!! Tome o controle da sua vida! Você consegue! Você é corajosa!! Vá saia busque ajuda!! Vc não quer fazer isso com sua filha…

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    3. Maria Luísa Travassos disse:

      Oi. Sei bem como se sente. Tenho 3 filhos e passei por períodos de depressão e transtornos de humor. Mas, tenha certeza de que há saídas. Você tem alguém próximo pra conversar e dividir está sua dor? Acabei de entrar na página e não sei se podemos colocar dados pessoais. Mas se quiser posso conversar com vc no Skype, whatsapp ou onde desejar.

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    4. Carolina disse:

      Maysa, me parece que você trata sua filha da mesma forma que você trata a si mesma… Ame-se, perdoe-se, você é um ser humano e não é perfeita, porque ninguém é perfeito… Todos nós temos necessidades, mesmo adultos, a gente conserva uma criança interior que precisa de atenção…quais são as suas necessidades? O que está faltando na sua vida que faz com que você tenha essa atitude para com sua filha? As crianças nos trazem ensinamentos preciosos, os filhos são uma grande oportunidade de aprendermos a sermos melhores para nós mesmos (experiência própria).

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  20. Tristeza disse:

    Pra mim está sendo tudo muito difícil pq sempre achei que minha mãe iria me apoiar no puerpério e no entanto ela só sabe falar “brincando” que eu souu louca. Meu relacionamento com meu parceiro está péssimo, impossível de se aguentar. Não consegui amamentar exclusivamente no peito e isso me frusta e me faz chorar. Minha BB tem 5 meses e sempre acho que poderia ser uma mãe melhor para minha filha. Choro quase todos os dias. Como saber se os nossos bebés gostam da gente?

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  21. Camila disse:

    Aki vai o desabafoe a dor de uma mãe por não amamentar exclusivamente seu bebê.
    Minha filha Rafaela, hj completando 2 meses nunca teve o privilegio de ser amamentada exclusivamente por mim e nesses 2 meses ainda choro inconformada sem saber onde esta o erro: se foi a maternidade q me dispensou sem ao menos me instruir a amamentar, se fui eu q no momento da descida do leite nao soube como agir, se na verdade eu geneticamente nao tenho mto leite ou se corri atras do prejuizo tarde demais…
    Vou contar a minha historia… Minha primeira gravidez, todas as duvidas possiveis e minha G.O tao seca e insensivel… minhas consultas nao demorava mais q 10min e as minhas perguntas saiam do consultorio junto comigo entaladas por nao terem tempo de sair… Ultimo ultrassom (37semanas) e Rafaela continuava sentada sem chances de mudar de posição e ja estava formadinha, prontinha pra nascer e minha placenta desde o inicio da gestação sempre em alerta por ter pouco liquido…
    39 semanas e 2 dias e voltei ao retorno medico ciente q faria a cesarea nakela msma semana e pra surpresa a carrasca da medica agendou somente para 40 semanas pois era qndo ela tinha horario disponivel na sua agenda (sendo q eu nao fazia questão nenhuma q ela fizesse meu parto mas ela nao podia perder a chance de ganhar mais dinheiro as minhas custas)
    No msmo dia a noite tive contrações e fui para a maternidade, chegando la ja estava em trabalho de parto, com a placenta sem liquido nenhum entao fizeram uma cesarea de emergencia… Rafaela nasceu de madrugada , as 3:14 da manha pra ser mais exata e desde esse momento começou minha luta pra amamentar… Na recuperação esqueceram de me sedar pra descansar e o sedativo foi aplicado no momento q estava indo pro quarto… Meu marido do meu lado e eu variando de sono com a bebê no colo e duas enfermeiras, uma em cada seio me amassando, isso msmo amassando, ate eu sangrar de dor… Nakele dia percebi q nao tinha bico mas Rafaela sabia mamar, sugava com toda sua força mas nda saía… Ate q dei um basta nas amassadas pois a menina ja estava mamando sangue em vez de colostro…
    No outro dia as 12hs tive alta e fui pra casa com mta mas mta dor no corte pois nao me aplicaram medicação, tomei apenas 8 litros de soro q só serviram pra me deixar mais inchada do q estava…
    Primeira coisa ao chegar em casa foi comprar a formula pois a menina ja chorava de fome e o peito ainda rachado e sangrando e eu sem coragem de oferecê-lo a ela… Passaram 3 dias e no banho percebi meus seios duros, com caroços e latejando, pensei é o leite q desceu, mas a menina ja estava acostumada com a mamadeira e nao keria nem saber de peito… Com 10 dias inconformada por ela desprezar o peito, fui ao banco de leite e la me ensinaram a relactação onde utilizava a sonda pra ensiná-la a mamar no peito novamente… Ela mamava a mamadeira toda no meu peito e no intervalo eu tentava ordenhar pra ajudar na produção do leite e no fim ela ja estava mamando em mim mas sempre completando com a mamadeira pq o leite ainda era pouco… Procurei outro G.O e me indicou o plasil para o aumento da produção do leite, tomei 2 caixas e a unica coisa q aconteceu foi meus peitos estralarem de dor e o leite continuava na msma… Hj estou desistindo, pq ja lutei de todas as formas e estou tentando me conformar por nao ter leite para oferecer a minha filha e saber q ela esta com anemia por nao tomar leite materno me faz chorar todos os dias.. Ja nao sei oq fazer mais, mas ainda tenho esperança de uma luz no fim do tunel, pq sou mãe e mãe nao desiste…😢

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    1. Paula disse:

      Olá Camila! Eu também tive problemas para amamentar. Você participa de algum grupo de mães? Isso ajuda muito! Você amamenta também a noite? Isso ajuda a produção de leite. Seu relato é de janeiro, não sei se ainda está amamentando, mas se não, não se sinta diminuída por isso. Ser mãe é muito mais do que amamentar e com certeza você sempre quis o melhor. O começo é geralmente muito difícil. A gente precisa de muito apoio. Pode acreditar, horas melhores virão!

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      1. NATALIA disse:

        Olá eu tb tive problemas ao amamentar… Acho que a maioria das mulheres têm… Caso vc não esteja amamentando NÃO se culpe… Não recebemos o auxílio necessário na maternidade… E no geral as pessoas não entendem do assunto para nos ajudar… Busque um auxílio psicólogico … Ou um grupo de Amamentação… Indico o matrice no face… Pode recorrer tb a uma consultora de amamentação… Pegue indicação lá no matrice tb… Tem que ser boa…

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  22. Karla disse:

    Estou vivendo imersa em um inferno que aparentemente só piora e eu já não sei o que fazer. Não existe alguém com quem eu possa me abrir, e às vezes converso comigo mesmo, com o céu, para não ficar louca.
    Sou casada a quase 7 anos, me anulei completamente para estar aqui e ter uma família, e hoje colho os frutos dessa anulação. Inexisto, vivo para os outros.
    Quando me casei, tinha acabado de largar a faculdade, não estava conseguindo pagar, e meu pai me largou na mão, mesmo tendo como o fazer.
    Desisti!
    Nessa época, eu namorava meu marido, porém nessa fase, já não era completamente apaixonada por ele, mas depois de passar a vida inteira vendo o tratamento abusivo que minha mãe recebeu, eu achei que deveria ser grata e ficava com dó de acabar com tudo, já que ele gostava tanto de mim.
    Ele propôs casamento, eu louca p sair de casa, aceitei. Nos casamos em março de 2010, ele com um filho pequeno de outro casamento, e eu completamente crua. Nunca nos demos bem ( eu e a criança, apesar de tentar), pq aquela não era a minha vibe. Eu queria ser livre, viver, ser feliz e dona de mim finalmente, já que sempre fui abafada dentro da casa dos meus pais, já que “prendam suas cabritas, pq meu bode está solto” era lema.
    Não queria ter obrigação com uma criança antes do tempo. Quis me separar na época que entendi isso, porém nosso casamento dava certo, era a única oportunidade que eu via de realmente ser feliz.
    Consegui um bom emprego e ao invés de retomar a faculdade, fui cuidar da nossa vida, das nossas coisas. Montar casa fofa e tal. E assim o fiz.
    Com dois anos e 4 meses de casada, engravidei da minha primeira filha. Nessa época, meu marido começou um novo projeto em outro estado. Assim que ele foi tocar as coisas, descobri uma traição. Ainda não sabia que estava grávida. Porém se não tivesse engravidado naquela época, tenho certeza que mais cedo ou mais tarde, teria me separado, pq depois que descobri a gravidez não procurei por mais nada para me poupar.
    Fiquei a gravidez toda sozinha, com visitas esporádicas dele. Me virei em tudo sozinha, montei enxoval, quarto, paguei parto, pré-natal. Tudo sozinha. Foi difícil, porém eu me sentia muito bem, e foi uma experiência boa, pq ali eu vi que não dependia de ninguém para poder sobreviver, muito pelo contrário, eu me virava até melhor que com alguém me ajudando.
    Minha filha nasceu, uma semana antes, ele voltou com um projeto falido, uma mão na frente e outra atrás.
    Começou meu calvário.
    Tive que segurar as pontas psicologicamente pq ele não estava bem já que havia falido e financeiramente. Morria de medo de entrar em depressão pôs parto por estar naquela pressão. Graças a Deus, consegui passar por tudo.
    As coisas foram se ajeitando, ele tb.
    Decidi sair do emprego, pq eu queria ser mãezona, aquela bem foda mesmo.
    Doce ilusão!
    Me cobrei tanto e quebrei a cara, pq essa cobrança nos deixa exauridas.
    Decidi que iria conciliar ser uma boa mãe, presente, porem queria me cuidar tb, pq eu havia me esquecido, me apagado. Estava gorda, mal vestida, unhas sempre por fazer, cabelo p cima e sem perspectiva.
    Tentei começar a empreender em casa, porem como abraçar o mundo com as mãos? Era a filha, cobrança da casa sempre arrumada, o negócio, o marido e se desse tempo, eu. Estava infeliz já nessa altura, me sentia incapaz!
    Nesse ponto, as coisas pro meu marido estavam indo de vento em polpa. Hoje ele está muitíssimo bem financeiramente.
    As coisas para mim foram cada uma começando a não dar certo. Coloquei a criança na escola, p poder tentar conseguir dar conta das minhas responsabilidades.
    Obviamente não deu certo. Quando vc tem muitas coisas para fazer, não consegue fazer nenhuma com excelência.
    Tomei na cara mais uma vez. Fui ficando a mercê e cansada pisicologicamente. Nesse ponto, pelo sucesso financeiro que meu marido estava tendo, ele começou a se afastar, e ele que sempre foi paupérrimo, quis e continua querendo aproveitar a vida como nunca o fez. Só que isso não nos inclui ( eu e nossa filha).
    Eu fico em casa tomando conta da filha, nunca saí sem ela. Segurando as pontas da rotina dela. Enquanto eu não consigo contar nos dedos mais quantas vezes ele viajou sozinho, saiu sozinho e chegou amanhecendo, e até mesmo viagens pro exterior a passeio ele fez, enquanto eu fiquei aqui tomando conta da filha.
    “Vc precisa entender que minha vida não pode parar pq vc não pode me acompanhar!” Ele diz. E eu até entendo. Ninguém é de ninguém, realmente. Porém se temos direitos iguais, nada mais justo que eu fizesse o mesmo. Ele diz que não se importa, mas eu tendo a acreditar que ele fala isso por causa do freio que me breca, que é a nossa filha. Jamais aceitaria! E o quão cômodo isso é, já que eu não tenho condições financeiras de o fazer.
    Hoje, eu aguento viver por causa da minha filha. Depois de tudo que eu já aguentei da parte dele, das frustrações das coisas que eu não consegui realizar, por enxergar hoje que eu me atropelei, que eu mesmo me sentindo tão inteligente, não fiz nada da vida. Me sinto aprisionada. Já pensei em me matar. Em um dia de extremo desespero, fui até a janela e pensei em me jogar. Sentei no sofá e fiquei assustada. Não conto com ninguém para ajudar com minha filha, então se eu me matar, sei que a vida dela tb acabará.
    O drama psicológico que estou vivendo é enlouquecedor, e eu não sei o que fazer para sair desse ciclo vicioso. Nem mesmo com meu marido eu posso me abrir, pq não sinto confiança que ele me apoiará, que me ajudará, mesmo eu já dando indícios de que não estou bem, pq ele está em ascensão, não quer ter problemas nesse momento.
    Quando eu joguei a toalha e dei fim aos meus empreendimentos que já não davam lucro algum em meados do ano passado, descobri que eu estava grávida novamente. Um deslize, uma ovulação tardia, e uma concepção mesmo com remédio de emergência.
    Me senti devastada, mas tenho que me mostrar feliz para os outros.
    Segundo minha mãe, eu jamais posso falar ou pensar sobre infelicidade, pq a criança vai sentir. Ela que acredita em vibrações positivas do universo, acredita que desabafos são perigosos, pq se vc rodeia aquele problema, vc da ênfase a ele e ele continua te circulando. Então eu tento conversar com ela, e ela vai me podando até eu desistir de falar.
    Penso em me separar, e me arrependo amargamente de não tê-lo feito quando não tinha filhos, um emprego e conseguia me sustentar. Penso que meu presente seria completamente diferente, mas aquela culpa que eu descrevi no início do texto toma conta ainda, até pq meu marido mesmo diz sobre o quão boa é a nossa vida, o quão bom marido e pai ele é. Será que eu estou sendo injusta? Eu me pergunto. Será que eu quero demais? Que sou infeliz pq não me satisfaço com nada?
    Me sinto num turbilhão, infeliz e confusa. Será que minha vida é boa e eu não sei aproveitar?
    Sei que hoje eu não gosto do que sou, não gosto de estar grávida, me desespero só de pensar quando essa criança nascer. Se com um já é dificil, imagina com dois. Estou de 5 meses, não comprei uma agulha pro bebê, e nem tenho vontade.
    Queria uma solução e martelo a cabeça todos os dias em busca. Não quero ser forçada a ser dona de casa, que mantém a casa sempre perfeita como o marido quer, escravizada, submissa, cuidadora de crianças, aceitando tudo, pq não tenho outra alternativa.
    Eu tento encontrar uma alternativa que encaixe todas as minhas abrigações, pesquiso sobre e não consigo encontrar nada.
    Comecei a fazer bolos e salgados para uma pessoa vender na rua p mim, mas por causa da gravidez que me limitou muito no começo e ainda limita pq minha pressão vive no dedão do pé, e pq meu marido exigiu que eu parasse, eu desisti novamente.
    Eu não tenho forças para acreditar mais em mim, nem mesmo para argumentar.
    Estou morta por dentro.

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    1. Ana disse:

      Sinto pela sua situação. sei um pouco sobre o que você está passando. Se me permite sugerir algumas coisas que eu mesma tento fazer ‘até chegar o tempo de bonança’ ..
      Apenas esteja viva durante esse tempo. O sofrimento parece insuportável, mas não dura para sempre.
      Somos bombardeadas com exigências externas sobre sermos mães, exigências internas em relação à satisfação pessoal. Aproveite seu tempo sem trabalhar e conheça-se mais. Olhe para suas crianças e pode ter certeza disso, seu amor por eles é suficiente para amenizar pequenos erros do dia a dia. Eles precisam mais de você agora, mas nao como pensamos. Apenas olhe para eles, os escute, esteja junto sem o bla bla bla da sociedade, sem suas expectativas a longo prazo. Esteja com eles agora…independente do restante do mundo, veja o que você trouxe ao mundo, que é mais lindo que qualquer produto que você ja tenha vendido ou comprado. Mais significativo que qualquer monumento histórico. quanfo as criancas sao bem pequenas, Você é admirada pelos seus filhos só por existir. Aproveite!
      As coisas vão melhorar em nome de Jesus

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  23. Tainá disse:

    Oi! Gostaria de ser voluntária de apoio nesse grupo. Por favor me orientem.

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