Para que serve esse espaço?

cropped-cropped-11238973_892893264101482_5389570438403214492_o2.jpgONG Temos que falar sobre isso: Acolhimento Livre de Julgamento

Mulheres · Mães ·Meninas

Autonomia · Cuidado · Direito · Escuta

TEMOS QUE FALAR SOBRE ISSO é uma ONG e plataforma de relatos ANÔNIMOS para dar voz a mulheres e mães que passaram pelas mais diversas situações: depressão pós-parto, transtornos ligados à saúde mental na maternidade e no período perinatal (desde a concepção até o primeiro ano do bebê), dificuldades durante a gravidez, sofrimento psíquico intenso, violência e abuso, desigualdade de gênero, problemas com amamentação, perda gestacional e neonatal, partos traumáticos, prematuridade extrema, gravidez de alto risco, processo de adoção, violência obstétrica e pediátrica, luto, entre outros.

Desabafos de mulheres que, desamparadas, não encontram ajuda ou apoio para falar sobre isso.

Mães com dificuldades em contar suas histórias por medo de serem consideradas incapazes de cuidar de seus próprios filhos, por vergonha, por insegurança, por se sentirem sozinhas ou qualquer razão seja, têm um espaço de acolhida e suas vozes serão ouvidas.

Aqui podem falar como se sentem e compartilhar com outras mulheres, em situações semelhantes e de forma segura, seus sentimentos e angústias sem serem julgadas.

Os objetivos são:

Dar voz às mulheres para contarem suas experiências livres de julgamento, proporcionando-lhes uma rede de suporte social que visa o empoderamento feminino e a transformação social;

Promover escuta ativa, acolhimento e apoio para o cuidado integral da mulher, família e entorno no período gravídico-puerperal;

Criar um grupo de apoio onde as mulheres ao darem seus depoimentos, vejam que suas angústias são mais comuns do que elas imaginam, e, assim, consigam ter um certo alívio constatando que estes não são problemas exclusivos seus;

Ajudar essas mães a encontrarem forças e conforto nelas mesmas e em outras mães, para seguir adiante e ultrapassar esses obstáculos tão delicados nesses períodos tão sensíveis;

Guiar à que possam encontrar ajuda em programas sociais, profissionais da saúde mental, médicos, psicólogos, doulas, enfermeiros e grupos de apoio local;

Criar uma lista de grupos de apoio virtuais e presenciais gratuitos no Brasil e no mundo;

Fornecer informação escrita por nossos Colaboradores – profissionais sensíveis aos temas que abordamos e também através de artigos científicos;

Formar, sensibilizar e conscientizar sobre gênero e identidades femininas, legitimando e ressignificando os processos naturais de transformação nos seus períodos mais intensos.

Vamos começar já pois TEMOS QUE FALAR SOBRE ISSO!



A maioria das fotos utilizadas neste blog são bancos de imagens gratuitas. Se existe alguma foto ou ilustração de sua autoria neste blog e deseja que seja removida, favor enviar um email para contato@temosquefalarsobreisso.com que prontamente será retirada do ar ou colocado os devidos créditos. Muito obrigada.

63 comentários Adicione o seu

  1. Uma mãe culpada. disse:

    Tenho planejado meu suicídio. A culpa e a certeza de que façoal a minha filha me consome. Engravidei num momento muito turbulento de minha vida. Numa crise com o marido e num processo existencial difícil. Minha bebê nasceu. Hoje estou passando por um processo de separação. Sinto muito ódio. Não consigo lidar com o fato de ter que assumir tida a responsabilidade por uma filha enquanto ele virá nas visitas e apresentará seu lado mais dócil e bom, enquanto eu fico desequilibrada e instável e minha filha vê tudo isso. Tenho a certeza de que ela vai me odiar. Não há possibilidade de amor com uma mãe como eu. Eu a amo e por isso penso todos os dias que morrer seria uma forma de ajudá-la efetivamente a sofrer menos. Viver sem a meus ataques volúveis é melhor. Odeio meu ex marido. Ele não soube me acolher. Ele me abandonou emocionalmente e acha que “fez absolutamente tudo o que podia por essa relação”. Choro de raiva. Minha filha chama por ele coisa que antes nãofazia, ou seja, está sentindo a falta dele, isso me dói tanto! Porque sei como é ter um pai ausente. Estou raivosa, impulsiva e agressiva. Estou amarga. Vocês provavelmente vão falar para eu buscar tratamento. Mas não existe tratamento decentepaa quem não pode pagar. Eu já tentei ir em psicologia com preços mais acessíveis e não deu em nada. Sei que preciso de alguém que tenha, no mínimo experiência nessa área e que tenha empatia pela condição miserável de uma mãe. Coisa rara. Agradeço a oportunidade de desabafo. A dor psíquica é lancinante demais. Nem parir foi tão difícil quanto aguentar essa dor.

    Curtir

    1. Mãe, nós entramos em contato com você, por favor revise seus e-mails e caixa de spam, nossa equipe está à sua disposição no e-mail equipe@temosquefalarsobreisso.com.br Vamos conversar? Um beijo.

      Curtido por 1 pessoa

    2. angellstore disse:

      Querida Mãe Culpada,
      Gostaria que soubesse que existem muitas ” mães culpadas” por ai, eu fui uma delas. Como vc desejei morrer pois sentia que eu havia falhado ao escolher o pai errado, a hora errada para ser mãe e mais alguns motivos. Eu não tinha pessoas ao meu lado que me fizessem sentir menos culpada e infeliz e assim, os dias foram passando…. Eu também não tinha acesso à nenhuma terapia, o que me fez desistir de ir embora foi a certeza de que ninguém, NINGUÉM poderia substituir o imenso vazio que eu deixaria na vida do meu filho e que quem mais sofreria seria ele, porque por mais sem chão que estivermos, ainda seremos o céu para nossos pequenos . Se você conhece a dor de não ter tido um pai ou uma mãe presentes ( como eu também não tive) sabe o buraco e a dor que causam. Agora, imagine a dor e o vazio que sente um filho de pai ou mãe suicida? A sensação de abandono que gera na criança? Será uma dor infinitamente maior. Beijos, escreva de novo por favor.

      Curtir

  2. Daiane disse:

    O que você diria para seu bebê ainda no ventre, que não vai nascer?? Preciso dividir para poder seguir!!

    Após um diagnóstico assombroso de saber que seus dias estavam contados em meu ventre mamãe e papai se desesperou. Nossa como doeu te ver doentinho e não poder fazer nada para te ajudar, comecei uma busca insana sobre esta maldita doença, sem sucesso. Interromper sua vida seria matar a minha, ainda que me falassem que sua existência era incompatível a vida. O que me restava era pedir para Deus, mas ele já tinha planos para sua vidinha, e a mamãe já entendia. Meu bebe quantas noites na madrugada chorei com você. “a mamãe te ama, com toda as forças, você é meu sonho, minha carne, meu motivo para acreditar que Deus é piedoso que pode mudar todo, mamãe te desejou bem antes da sua existência, anjo eu sei o dia da sua concepção, o mundo é bom, viver é magico, ainda com todas as adversidades, viver é maravilhoso, o sol é lindo e a lua cheia de mistérios, ouvir com você nossa música é eterno, sempre vou me lembrar das nossas conversas ouvindo Samba Pa Ti, mas com tudo que existe deste mundo você é a obra mais linda e perfeita, sim bebê você é perfeito; ainda que só para os meus olhos, mais devo confessar minha vida, que a mamãe não pode mudar os planos de Deus, filho eu entrego sua vida a Deus, mesmo que isso me tire o meu coração eu o entrego” E assim passávamos noites conversando!! Tão puro tanto amor e sentimento!! Meu bebe se foi, sinto não poder tê-lo, mas com tudo valeu a pena sua pequena e marcante existência!! Sim você existiu MEU AMOR!!. O meu anjinho se encontrou com seu irmãozinho que já está nos braços do Pai a um ano. “Fiquem em paz, um dia na eternidade a mamãe voltara a ouvir com vocês samba pa ti”. Deus tem planos lindos para nossas vidas!! Ainda que doa Deus é perfeito!!

    Curtido por 1 pessoa

  3. Ana Rosa disse:

    Boa tarde,

    Minha gravidez foi planejada e fiquei muito feliz no início, mas depois da 5 ° semana , começaram sintomas que me fizeram cair em depressão, ter vontade de abortar ( fico desesperada em saber que tem um bebê na minha barriga ) , tipo negação, não consigo me levantar da cama, não tenho vontade nem de tomar banho, não sinto felicidade, só tristeza profunda, penso em suicídio o tempo todo! Estou tomando um ansiolidico, mas não está ajudando muito, fora que não estou dormindo nada!
    Tenho muito enjôo, fraqueza, salivação, não tenho muita fome, na verdade a salivação excessiva está acabando comigo, é nojento e mesmo que tivesse forças pra sair da cama , não teria coragem de ir a padaria desse jeito. Tenho medo da hora do parto , tenho problemas com ansiedade e as vezes meu coração dispara e tenho medo disso acontecer na hora do parto, tudo isso acarreta um sentimento de negação na gravidez.
    Não estou feliz, não vejo sentido em viver, estou cansada! Por favor, me ajudem !!
    Estou de 8 semanas e tenho 38 anos .

    Curtido por 1 pessoa

    1. Damiana Angrimani Bonavigo disse:

      Olá Ana,

      Eu imagino como deve ser angustiante para você não sentir nada de positivo em relação à gravidez. De acordo com o que você conta, a gravidez foi planejada e a notícia trouxe felicidade num primeiro momento, no entanto, agora vem a vontade de abortar, a tristeza, o desespero de saber que tem um bebê na barriga… Eu imagino que você deve se perguntar a todo instante: Porque isso está acontecendo?? Porque eu não estou incondicionalmente feliz?? E mais do que isso, porque eu estou tão triste que me faz querer morrer??

      Ana, a mulher passa por 3 grandes períodos de crise biológica durante a sua vida, a adolescência, a gravidez e a menopausa. Todos geram momentos de desequilíbrio e desconforto, pois são situações novas que demandam adaptação.

      Quando se fala em gravidez, especificamente, deve-se levar em conta que essa adaptação a uma nova realidade tem um prazo de validade muito pequeno (42 semanas) e isso pode gerar um momento de crise intenso que nem sempre é compreendido na sociedade em que vivemos. Na sociedade atual, não é permitido o sofrimento, a angústia e que se viva a crise de forma plena, para que seja possível passar por ela levando aprendizado e crescimento.

      Quando a mulher engravida vivencia de forma acentuada mudanças físicas e psíquicas e há uma exigência externa de que ela passe por tudo isso ilesa e sempre feliz.

      No entanto, a existência de um bebê, traz uma realidade à tona: a mulher que existia antes dele “morre”, à partir daquele instante ela não existe mais como era, tem que se redescobrir.

      Por conta desta constatação, muitas vezes inconsciente, podem até surgir dúvidas e arrependimentos pela gravidez, mesmo quando esta foi programada e desejada. O problema é que normalmente a mulher é julgada se expõe esses pensamentos. Não podendo compartilhar guarda para si, guardando para si não os elabora e assim pode acabar adoecendo.

      O período da gravidez é negligenciado, ao mesmo tempo que há muitos palpites e opiniões há solidão. Não há escuta para falar sobre sofrimentos e angustias.

      Sobre o parto, essas preocupações são comuns, afinal o parto é o momento em que lidamos com o incontrolável e essa sensação de descontrole causa muita angústia mesmo. Uma dica que eu poderia te dar seria para que você lesse muito material sobre o parto, as fases do parto, a dor do parto, relatos de mulheres sobre o parto, informações confiáveis baseadas em evidências. Dê uma olhada no site do GAMA (Grupo de apoio à Maternidade Ativa): http://www.maternidadeativa.com.br/. Você vai encontrar muitas informações que espero te façam sentir mais segura, tranquila e fortalecida.

      Muita força para você e que você possa encontrar uma maneira de lidar com este período desafiador sem tanto sofrimento. Vou te encaminhar links com alguns grupos de apoio virtuais e reais para que você possa encontrar auxilio.

      https://drive.google.com/file/d/0B7U4Ik9GxJFAUmtfbVFvb3hOQWM/view
      https://temosquefalarsobreisso.wordpress.com/2015/10/10/mapa-de-grupos-de-apoio/

      Desejo muito acolhimento para você.

      Um abraço,

      Damiana


      Equipe de Acolhedoras – TQFSI

      http://www.temosquefalarsobreisso.com.br

      http://www.facebook.com/temosquefalarsobreissO

      Curtido por 1 pessoa

    2. Val disse:

      Ana Rosa,todo o meu Amor pra vc. Querida busque ajuda ,não se tranque . Vc consegue ,já deu o primeiro passo aqui no blog.

      Curtido por 1 pessoa

    3. Rosa disse:

      Ana, tive 2 gestações super felizes e positivas, aos 37 anos descobri q estava grávida pela 3 vez, meu mundo literalmente desabou, tudo foi ruim, me vi neste seu relato, passei mau a gravidez toda, não comia e não dormia direito, mas tinha q manter as aparências por minhas 2 filhas. Meu filho nasceu PIG ( peso inferior a idade gestacional) e ficamos 7 dias no hospital, o primeiro mês de vida dele foi muito difícil pra família toda. Hj ele está fazendo 4 meses, e confesso q ainda não me sinto feliz, ainda tenho pensamento ruins, mas meu amor aumenta um pouco a cada dia, acredito q o tempo fará tudo se acertar….. Desejo q está fase passe tb pra vc

      Curtido por 1 pessoa

  4. Rubens Costa disse:

    Ola! Bom dia! Realmente gostaria de parabenizar a toda equipe pela iniciativa em proporcionar um espaço como este. Tenho certeza que vocês tem ajudado a muitas mulheres através das informações e deste espaço de interação. Sou Psicólogo e estou iniciando um trabalho com grupo de Gestantes na Atenção Básica. Grato pela informações, estarei divulgando o blog.

    Curtido por 1 pessoa

  5. Inoã Viana disse:

    Boa noite,

    Sou médica de UTI neonatal, com experiência em atendimento humanizado no parto e puerpério e agora mãe. Este site é a tradução da palavra SORORIDADE.Nós devemos nós apoiar. Gostaria muito de saber como ajudar.

    Curtido por 1 pessoa

  6. Flavia disse:

    Adorei esse espaço!

    Curtido por 1 pessoa

  7. LU disse:

    Boa tarde!
    Pela primeira vez, entro em um site para externar minhas experiências…
    Há 2,5 anos perdi meu grande companheiro , amigo e pai dos meus 2 filhos aos 39 anos!
    Apesar de ser considerada uma pessoa forte, guerreira aos olhos de todos , ainda não me recuperei da perda!
    Ao contrário , tenho percebido uma piora, muita angústia, tristeza internalizada, sem perspectiva de um futuro pessoal!
    Minha vida é trabalho e filhos…
    Me cobro sempre pela ausência dos dias da semana pelo trabalho de quase 12h/dia para me manter e aos meus filhos. Mas o tempo que tenho, vivo p eles
    Não saio, n me divirto, mesmo tendo 37 anos e uma vontade imensa de ser feliz!
    sem condicionar ao outro esta felicidade
    Quero passar do luto
    E n acaba
    O que vcs tem p me sugerir
    Nunca fiz terapia
    Obrigada

    Curtir

    1. Inoã Viana disse:

      Boa noite Lu,

      Poxa que barra que você está passando hein? Mas você não precisa passar por isso sozinha. Eu sei que fica muito dificil as vezes abrir a guarda e mostrar um lado fragil…Ás vezes nos vestimos uma armadura e desmontá-la é dificil. Digo por experiência própria como a terapia me ajudou nesse quesito. Tenho amigos proximos queridos mas me abrir com alguém fora do meu circulo facilitou muito. Talvez se abrir com alguém de confiança ou com um profissional lhe ajude a passar por esse momento de luto.
      Você não precisa passar por isso sozinha, de maneira alguma viu? Para pedir ajuda é necessário força e coragem.

      Curtido por 1 pessoa

  8. Carine disse:

    Vocês incríveis, enviei meu desabafo e me sinto melhor. Estão ajudando muitas mulheres como eu, num período muito difícil. Parabéns.

    Curtido por 2 pessoas

    1. Nós ficamos muito felizes em poder ajudar! Obrigada pelas palavras e pela confiança! 😘

      Curtir

  9. Olá! Vocês foram indicados para o Prêmio Dardos https://jordanaribeiropsi.wordpress.com/2016/01/07/premio-dardos/. Parabéns pelo blog, gosto muito do seus temas! Abç

    Curtido por 1 pessoa

  10. Camila irene disse:

    Adorei a iniciativa, apesar de não ser mãe mas como enfermeira obstetra assisto o sofrimento de muitas mulheres e posso comentar sobre esse espaço com ela sobre os sofrimentos de outras mulheres.

    Curtido por 2 pessoas

  11. pcam13 disse:

    Entre todos os assuntos propostos para a discussão, o que mais me assusta é a violência obstétrica por vir, na maioria das vezes, de profissionais de saúde, que deveriam ter mais paciência, conhecimento, humanismo com relação ao fato.
    Parabéns pela iniciativa.
    Desabafar é sempre bom.

    Grande abraço do Macaco.

    Curtido por 2 pessoas

  12. GEz disse:

    Que site….que depoimentos. ..que profundidade. .. Parabéns.

    Curtido por 2 pessoas

  13. Flávia Cardoso disse:

    Merecemos um especo como esse, apoio sem cobrar nada em troca, é disso que certas dores precisam para serem curadas em definitivo.

    Curtido por 2 pessoas

  14. Mirly disse:

    Amei a iniciativa! Sou mãe de um anjo. E o que mais me dói nessa caminhada depois da perda é que as pessoas olham pra mim com pena e evitam falar sobre meu filho. Tratam como se ele não tivesse existido, isso me dói, e quanto ao sentimento de “pena” não consigo entender pq uma pessoa sente pena de uma mãe que perdeu o filho. Sendo que só consigo ver uma mulher guerreira querendo dar a volta por cima diante de tal sofrimento. Não quero ser egoísta ou ignorante mas não quero a pena de ninguém.
    Obrigado por nos ajudar com seus posts.

    Curtido por 2 pessoas

  15. Lilian Torres Rodrigues disse:

    Muito bonita a iniciativa de abrir espaço para que as mães possam se desabafar sobre suas histórias, encontrar ajuda.Nem todos nos entendem, sobre o que passamos ou sentimos.

    Curtido por 2 pessoas

  16. amanda disse:

    Meu bebê nasceu com prematuridade extrema… Com apenas 6 meses…. Ficou por nove horas na neonatal e não sobreviveu. Irá fazer 3 meses que ele se foi…

    Curtido por 2 pessoas

  17. Evelin Priscila Gomes disse:

    Adorei o espaço achei muito interessante,essas trocas de informações irá me ajudar e muito nessa nova fase da minha vida de mãe de primeira viagem.

    Curtido por 2 pessoas

  18. Excelente espaço para trocas, reflexões, ajuda e aprendizado. Compartilhei o link para minhas leitoras.
    Abraços!
    http://www.brasildobem.net/sem-categoria/links-para-visitar-37/

    Curtido por 2 pessoas

  19. Carol disse:

    Muito legal o blog!!

    Curtido por 2 pessoas

  20. Kelly Ramos disse:

    Que Blog maravilhoso, fiquei muito sensibilizada com os desabafos e grata pelos conselhos dados! Parabéns mesmo.

    Curtido por 2 pessoas

  21. Carmem disse:

    E mãe solteira com síndrome de ninho vazio, pode desabafar também?
    Minha filhota tem 19 e está na universidade, em outra cidade, desde o ano passado. Sinto muita falta, choro por vezes e tenho tido dificuldade de me concentrar em atividades que antes eu realizava tranquilamente.
    Sou da área de humanas e pesquiso gênero e família, sei que a maternidade é socialmente construída, já discuti isso em trabalho acadêmico… Mas ter o conhecimento não me impede de sentir, afinal, foram anos vivendo a maternidade e criando projetos que permitissem a nossa subsistência e a transposição das barreiras.
    Hoje me sinto muito sozinha e com vontade de tê-la mais perto de mim novamente, mesmo que a ida dela à universidade fizesse parte dos nossos sonhos (meus e dela).

    Curtido por 2 pessoas

    1. Claro que sim Carmen!! Seja muito bem.vinda!🙂

      Curtido por 1 pessoa

  22. Betina disse:

    Mãezinha, sinta-se acolhida.
    Pelo seu depoimento não vejo você como uma mãe fraca e sim uma lutadora, saiba que a culpada não é sua, o pai deveria sim estar ao seu lado, pois muito mais que o apoio financeiro é o apoio moral. Quanto a pensar em deixar seu bb com os pais, não se culpe, todas temos vontade de sumir e nos questionamos se foi a decisão certa ter filho quando passamos monentos de estresse e depois passa. Saiba que você é uma mãe guerreira e merecedora de aplusos, qto ao leite, a isso nós nos culpamos, porém, acredite você fez a melhor escolha naquele momento, hoje você pensa diferente, mas naquelas circunstâncias você deve acreditar que fez a escolha certa. Um beijo e muito amor pra vocês.

    Curtido por 2 pessoas

  23. Jéssica disse:

    Bom, sou Mãe de primeira viagem. Se é que posso me considerar mãe, pois sinto simplesmente que tive um bebê, mas não me vejo como mãe. Por sinal a gravidez não foi planejada, muito menos desejada. Tive minha filha de parto hospitalar humanizado. Foi lindo por Sinal, veio para o peito assim que nasceu. Contudo sou Mãe solteira, o Pai não ajuda em nada, e tive que recorrer na justiça, eu que sempre fui independente, me vejo nessa situação vulnerável, financeiramente e emocionalmente. Devido a um estresse que tive com o progenitor. Meu leite simplesmente secou, diminuiu consideravelmente, por mais que os profissionais de saúde digam que isso é impossível. Ou se tem leite ou não tem. Em fim, parei com o aleitamento só no peito e entrei com o leite industrializado. Por desespero, mesmo e pressão familiar, fui fraca e sedi, dei chupeta para a minha filha que não tem nem um mês de nascida. Sedi de novo. A verdade é que não tenho sido nem um terço da mãe que eu esperava ser. Não tem um só dia que eu não chore em pense em deixa-lá com meus pais. Coisa que nunca cogitei fazer quando fosse Mãe. Mas também não cogitei ser mãe solteira, com um rapaz que não se mostra interessado em ajudar em nada, também não contava, que eu iria descobrir a gravidez, mediante a exame admissional. No qual eu fui dispensada. E minha carteira já estava na empresa para ser assinada. Não contava com esses contratempos. a única coisa que quero, é que a minha filha não conviva comigo, ela não merece conviver com uma pessoa frustrada, mal resolvida . Em fim uma péssima mãe.
    Não falo isso para me fazer de vítima, sei que a única responsável sou eu. Falo isso mais por desabafo. E fico feliz que exista esse espaço para nos mulheres que tanto precisamos!

    Curtido por 3 pessoas

    1. inoaviana disse:

      Jessica, você pode se considerar mãe sim. Essa imposição social, que escutamos desde meninas que nascemos para isso, não existe na natureza. Cada uma tem a sua maneira de lidar com essa nova realidade. Quando essa realidade ainda é acompanhada de outras questões a serem resolvidas tudo fica mais complicado.
      Você ao buscar os direitos da sua filha na justiça não te torna uma vulnerável e sim o progenitor (porque pai nem sempre deve cabe né?) um irresponsável.
      Outro ponto: quanto ao seu leite ter secado, eu, como médica pediatra, peço desculpas pelos meus colegas de classe. Somos doutrinados a acreditar que não existe leite fraco, que não existe isso de secar… E existe sim. A diferença e que , infelizmente, até na área da ginecologia e obstetrícia, área que deveria nos entender como um todo, a visão ainda é machista e muito pouco holística.
      Você ter oferecido chupeta a sua filha com menos de um mês não te torna uma mãe fraca. A tradução da palavra inglesa chupeta para o português é pacificador. Se funcionou para trazer paz ao seu bebê , ótimo!
      Não se cobre por não ser a mãe que você idealizou. Você não tem que ser a melhor mãe do mundo, mas sim a melhor mãe que o seu bebê pode ter.
      Procure ajuda, não deixe que esse momento difícil te faça se rotular como uma pessoa frustrada ou mal resolvida. O cenário não está bom, mas não é para sempre. Se você precisar de um tempo para se colocar nos eixos, se dê esse tempo. Sei que pode parecer muito fácil para alguém de fora, que não está na sua situação , querer opinar. Eu não consigo imaginar o que você está passando, mas compreendo.

      Curtido por 3 pessoas

    2. Anonimo disse:

      Minha querida, ninguém nasce sabendo ser mãe. E acredite, NUNCA é do jeito que pensamos que ia ser. O que importa é o amor que você sente por esse pequeno ser que você pode chamar de seu, que lhe foi confiado pelo universo para que juntas vocês possas se desenvolver como seres humanos, aprendendo com os erros, respeitando opiniões e diferenças. Sua menininha não precisa de uma mãe perfeita, precise de uma mãe que a ame do jeitinho que ela é e esteja disposta a lhe deixar a melhor das heranças, que é o caráter, o amor e a caridade para com as outras pessoas, e isso eu tenho certeza de que você pode ensinar pra ela. Será o melhor presente que você deixará pra sua filha e pro mundo. Peça ajuda sim quando precisar, não se sinta diminuída nem menos mãe por ter dado chupeta pra sua filha. Ela precisa de você, filhos precisam de suas mamães, e você vai se arrepender se não estiver perto quando ela disser a primeira palavra, der os primeiros passos e precisar da sua perna pra se apoiar e você não estiver lá. Pense novamente, minha querida, pense no que essa pequena criança realmente significa, é um presente único do cosmos pra você. Ninguém disse que seria fácil, mas tenha certeza de que é possível! E lembre-se de que não existe certo ou errado pra se criar a sua filha, existirá apenas o certo e o errado pra vocês duas, que estarão ligadas eternamente.

      Curtido por 3 pessoas

    3. angellstore disse:

      querida Jessica, sei como vc se sente…. por favor, relaxe…respire fundo e RELAXE. Nós mulheres nos cobramos muito, nossos filhos não vem com “manual de instrução” e de repente, nossa Vida vira do avesso, mas tudo isso vai passar…o importante é que você tenha pessoas a sua volta com quem possa contar e que NÃO TE COBREM e que você NÃO SE COBRE por favor, apenas seja o melhor que puder, e aos poucos, você vai enxergar a luz no final do túnel, não se desespere….saiba que esytou chorando aqui do outro lado da tela porque passei o inferno quando tive meus filhos e tudo parecia o final dos tempos e o FIM DO MUNDO…. só aguente um ouco mais, Jessica… te prometo que isso vai passar e estamos aqui pra te ajudar… Pessoas…nem sei como vim parar aqui hj, mas me sinto em casa. Beijos.

      Curtido por 1 pessoa

      1. Seja bem-vinda, a casa é sua ❤️

        Curtido por 1 pessoa

      2. angellstore disse:

        Muito obrigada❤ Amei!

        Curtir

  24. Fernanda disse:

    Tive duas gestações e nas duas, sofri com a hiperemese… Na 1ª, foram 38 semanas passando mto mal, quase toda semana no hospital… Td compensou qdo a Giulia nasceu! Foi um parto humanizado hospitalar.
    Na 2ª, sofri ainda mais, pois tinha a Pqna para cuidar, ela tinha menos de 2 anos qdo engravidei. A hiperemese se fez presente e minha maior preocupação, era o emocional dela, pois sempre tivémos dias bem agitados e a rotina mudou bruscamente, ela queria me cuidar, virou minha companheira e enfermeira mais fiel… Tão inocente e tão cheia de atitude! Sofria mto ao ve-la sofrer por me ver tão mal…
    Pedro resolveu nascer, na 35ª semana e tão rápido que acabou sendo um PD desplanejado, porém, mto bem assistido!
    Mais uma vez, td valeu mto a pena!
    Hiperemese? Só quem tem sabe…

    Curtido por 2 pessoas

  25. Juliane disse:

    Ser mae e dificil mesmo e maravilhoso ao.mesmo tempo, tive palpiteiros sim mas nao. muito pois trabalho na area de saude ,e tive argumentos para.rebater alguns e ignorar outros. Quando minha filha nasceu antes da data prevista devido uma.crise hipertensiva foi feito uma cesariana, devido a isso o.pediatra deixou prescrito o.complemento para dar a bebe mas meu obstetra deixou medicamento para ajudar a descer o leite ,e estava tomando ,( hoje nao tomaria) tomei 3 comprimidos precisei esgotar,ela estava mamando bem a pega bem feita tudo certo sugando forte,e me apareceu a enfermagem com o.copinho de.leite e deram para ela questionei,me respondeu que foi o pediatra que prescreveu que falasse com ele . mas sem duvida reclamei com ele falei que tinha leite e ela estava pegando e sugando bem ,que nao precisava de.complemento ,ele.falou que tinha que saber se.estava sendo eficiente a.sugada ,eu falei que estava sim ,a pega correta e tudo mais ,deixou prescrito somente se a glicemia capilar desse baixa ,nunca mais tomou complemento ! Mas eu questionei pois tive treinamento no Proama ,mas quem nao tem ? sai da.maternidade com complemento logo larga o peito e fica so com leite artificial ,nao tive nenhum incentivo e nem orientaçao adequada na.maternidade ,mesmo sendo profissional da.enfermagem me senti sozinha afinal era primeira vez que tive um bebe ,na teoria e muito mais facil ! noites mal dormidas ,marido perguntando se tinha leite porque a.bebe queria peito toda hora ,espremi o peito e esguichou o.leite ( pena que nao acertou ele ) ! me senti ofendida com a pergunta as estavamos indo bem e tinha consciencia disso ,estava crescendo e ganhando peso como deveria, mas nao foi facil aguentar os palpites: da chupeta que acalma a.criança, dai respondia ela.ja e calma nao precisa de.mais ,mas dai ela fica mais tempo com a gente ( quem disse que eu queria isso ela era.minha e pronto ) rsrs mas ficava quieta ! tem coisas que e melhor ignorar , bom consegui amamentar exclusivo e em.livre demanda ate o 6 mes e hoje ainda mama essa semana completa 8 meses ! e estamos firmes ,agora começa outra batalha ,para nao dar doces e produtos processados sem minha permissao ,ah ela vai ficar com vontade ( nao se tem vontade do.que nao se conhece ) e faz mal muito mal ! sei que vou me desgastar mas vai valer a.pena!

    Curtido por 2 pessoas

  26. Francisca Pauliane Ribeiro Sampaio disse:

    Ótima iniciativa😉

    Curtido por 1 pessoa

    1. Evelin Priscila Gomes disse:

      Eu tbm pretendo fazer assim com a minha futura e primeira filha,vc está certíssima

      Curtido por 1 pessoa

  27. Anonimo disse:

    Nossa, o quanto é difícil ser Mãe! E não existe folga. Rs

    Fui mãe aos 19 anos, e o Pai aos 20. Não sabíamos nada sobre a vida, hoje tenho ctz disso. Tudo que eu precisava era de apoio e conselhos de como criar uma criança sendo praticamente outra criança. Precisei trabalhar logo após o nascimento dela, e não tinha dinheiro suficiente para deixá-la num berçário. Foi então que fui deixando a minha “cria” com a avó paterna, e fui me acomodando com o fato de não ter responsabilidade de levá-la e buscá-la, Pq a avó tomava todo o partido. Hoje minha filha já vai fazer 9 anos e continua morando com a avó. Me sinto a pior das mães por ter deixado isso acontecer. Mas no tempo eu só queria alguém pra me aconselhar e me apoiar e me dizer “Não, tá errado, você que tem tomar o partido” Mas só tive conselhos de “Deixa ela lá/cmg, vai ser bem melhor” etc. Ah, se eu pudesse voltar. Mas de uma coisa eu tenho ctz, o elo entre mãe e filha é forte demais, e mesmo a minha não morando cmg, ela é uma criança extremamente apaixonada por mim. E mesmo eu sendo uma pessoa de poucas palavras, sou apaixonada por ela. E tenho ctz que nunca estarei sozinha.

    Curtido por 1 pessoa

  28. Bibi disse:

    Temos que acabar com este mito da maternidade imaculada e incondicionalmente feliz. Os comerciais de fraldas não mostram o lado B da maternidade que pode ser muito difícil de ser assimilada e enfrentada. Nem tudo são flores e as mulheres precisam ser avisadas.

    Curtido por 3 pessoas

  29. cinthia disse:

    E o pior é não ter a licença respeitada,voltar ao trabalho sem respeito aos horários que a gente precisa ficar com o bebê,e ser vista como preguiçosa por que passou a noite acordada com o filho e mesmo assim foi trabalhar com olheiras…

    Curtido por 3 pessoas

  30. Sofia disse:

    Adorei!!

    Curtido por 1 pessoa

  31. Lucia disse:

    Muito interessante !
    Gostaria de obter mais informações . Abracos
    Lucia Pereira

    Curtido por 1 pessoa

    1. Lucia, entre em contato conosco pelo email contato@temosquefalarsobreisso.com
      Um abraço!

      Curtir

  32. Amei essa Idéia, maravilhoso poder ajudar conta comigo

    Curtido por 1 pessoa

  33. Amei o blog, amei o projeto, simplesmente essencial! Amanhã sai um post sobre ele no blog Mamãe Aprendiz! Manda ver que com certeza muitas mães serão ajudadas nessa empreitada! Deus abençoe!

    Curtido por 1 pessoa

  34. tiago e gabi disse:

    ótima iniciativa! Parabéns!!!

    Curtido por 1 pessoa

  35. Como colaborar???? Sou enfermeira, mãe de primeira viagem, passei por momentos tensos no puerpério e achei a iniciativa fantástica! Se tivesse acesso a tudo que encontro hj, talvez tivesse sofrido menos, acolhido mais, pedido ajuda… Gostaria imensamente de poder colaborar de alguma forma com esta iniciativa tão HUMANA!!!!

    Curtido por 1 pessoa

  36. Cláudia de Conto disse:

    Maravilhoso! Parabéns pela iniciativa.

    Curtido por 1 pessoa

  37. fortefeminina disse:

    Precisamos de espaços assim para compartilhar lutas, muitas vezes internas, e descobrirmos que há mães imperfeitas como nós.

    Curtido por 2 pessoas

  38. V. disse:

    Ótima iniciativa, uma vez que circula socialmente a idéia de que a maternidade é um mar de rosas, um pedaço do céu na terra, um momento mágico… E é para algumas mulheres, mas também é um momento de muitos conflitos, enfrentamentos, mudanças, inseguranças e medos. E o principal deles o de não corresponder às expectativas da sociedade. Não ser tão boa quanto esperam de nós.

    Curtido por 1 pessoa

  39. Eu disse:

    Sensacional!

    Curtido por 1 pessoa

  40. Parabéns pela iniciativa. É preciso mesmo falar sobre isso.
    Abraços

    Curtido por 1 pessoa

  41. patricia correa disse:

    Muito boa idéia!!!

    Curtido por 1 pessoa

  42. Lidiane L P Bastos disse:

    Muito legal, embora eu não seja mamãe de primeira viajem pois ja tenhos dois filhotes que estão bem grandinhos 10 e 12 anos, tudo esta sendo diferente!! Parece que esqueci como é estar grávida… acho até que esqueci mesmo!!

    Curtido por 1 pessoa

  43. Pamela disse:

    Gostei muito da ideia…. pode contar comigo

    Curtido por 1 pessoa

  44. Helen saez disse:

    Muito interessante a proposta e iniciativa! Pode contar comigo…abs. Helen
    site: helenpinkblog.blogspot.com.br

    Curtido por 1 pessoa

  45. Psicóloga em Construção disse:

    Achei ótima iniciativa! Além de promover um espaço de desabafo, ajuda a outras mulheres que passaram por isso, e não tem a coragem de se pronunciar. Gratidão pela ideia!

    Curtido por 1 pessoa

  46. Camile disse:

    😉

    Curtido por 1 pessoa

  47. Agnes disse:

    Muito boa idéia! Vai ajudar muito principalmente as mães de 1ª viagem! Boa Sorte na nova empreitada!

    Curtido por 1 pessoa

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s