Me deu uma direção, um dom, amar o próximo

Cristiane, 1 filho, pedagoga, 38 anos

Desabafo Anônimo: Bom dia! Sou a mãe da reportagem. Gostaria de dizer que a perda do meu filho Lucas Henrique causou dores e sofrimento que ainda luto para superar. As lembranças me dão saudades e a impotência de não salvá lo ou fazê lo viver me faz frágil e inútil diante da terrível doença que ele foi diagnosticado. Mas apesar de toda dor, sou muito grata à Deus por meu pequeno ter sido cuidado e por sermos assistido por uma equipe que pensa na parte afetiva e emocional da criança e de sua família. Pois quando geramos e não há diagnóstico como foi meu caso, jamais passa a hipótese de ter um filho com um problema de saúde. De repente, o meu mundo desabou e, por incrível que pareça, nós, mães, passamos por essa experiência sozinhas. E uma equipe que se preocupe de verdade com o emocional do bebê e sua mãe, acolha e ajude essa mãe a administrar seus sentimentos e vivências são de grande importância para os dois. Depois que meu anjinho partiu, me apeguei ao meu filho mais velho para conseguir forças para continuar minha vida e os estudos. Depois de muito andar pelos corredores do Boldrini, brotou no meu coração o desejo de fazer alguma coisa pelas crianças de alguma forma. Então, fiz faculdade de pedagogia e hoje trabalho na educação infantil de uma ONG. Hoje vejo que o Lucas Henrique me deu uma direção, um dom, amar o próximo. Beijos no coração de todas as mamães e que o Senhor Jesus possa dar a todas um consolo aos seus corações!

 

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