Vanessa Antonelli Rossetto

Olá, meu nome é Vanessa Antonelli Rossetto, tenho 39 anos, sou casada, mãe da Lavínia de 7 anos e do Valentin com 5 anos.

Sempre fui completamente apaixonada pelo ser humano e por todas as possibilidades de comportamentos que resultam da interação entre emocional X racional. Por isso me graduei em Psicologia em 2004 e em Pedagogia em 2013.

Desde pequena sou sensível e chorava muito, por tudo que me incomodava, me entristecia ou me irritava. Até hoje choro com facilidade e não tenho nenhuma vergonha disso. O meu lado emocional se sobrepõe ao racional, o que para uma Psicóloga acredito ser uma vantagem, pois isto me ajuda muito a ter empatia com as pessoas. Mesmo quando a pessoa não diz o que ela está sentindo, ou até quando ela diz, apesar das palavras, apesar do mental, apesar do que o lado racional dessas pessoas insiste em “relatar” ou “mascarar”, eu consigo ver o que está gritando por dentro.

Atuei durante mais de 10 anos no mundo corporativo, na área de Recursos Humanos, onde ao longo do tempo, eu fui percebendo que eu jamais iria conseguir trabalhar com o Humano, da forma como eu gostaria e isto começou a me frustrar.

Em 2009, quando engravidei da Lavínia, meu corpo, minha mente, meus comportamentos, meus sentimentos, tudo em mim mudou de uma forma brusca e todas as áreas da minha vida foram impactadas por estas mudanças, inclusive a profissional!

Em 2010 ela nasceu e antes mesmo dela nascer eu já havia decidido não voltar ao trabalho quando a licença maternidade terminasse. Fiquei 24 horas por dia, 7 dias por semana, durante 2 anos dedicada exclusivamente a ela! Até que, em 2012, nasceu o Valentin. A dedicação exclusiva aos filhos continuou e foi interrompida apenas em 2015, quando precisei voltar a trabalhar, por que meu marido ficou desempregado.

Apesar de todo o nosso esforço, desde quando meu marido conseguiu um trabalho novo, no meio daquele ano, não estávamos conseguindo conciliar a rotina do meu trabalho, dos nossos 2 filhos e do trabalho dele, sem a ajuda de ninguém, já que toda a nossa família mora em outro estado.

Foi assim que, em dezembro de 2015, meu gestor gentilmente me desligou, para que eu pudesse voltar a me dedicar só aos meus filhos, já que nem eu e nem eles estavam bem com esta rotina de mãe e profissional do mundo corporativo.

Desde então, retornei ao meu papel de mãe em período integral e logo depois de um ano, lá estava eu deprimida com a rotina exaustiva de mãe. Eu sentia que faltava algo na minha vida, eu precisava ser útil para a sociedade de alguma forma, independente da minha disponibilidade de horário restrita, eu precisava encontrar algo que se encaixasse com a minha rotina, onde eu pudesse colocar à disposição as minhas habilidades e conhecimentos.

Foi aí que decidi tomar uma atitude do bem e muito acertada, me candidatei para atuar como voluntária na ONG Temos que Falar sobre Isso.

Sou muito grata por estar hoje como uma das Acolhedoras e simplesmente AMO o que faço! Me dedico de coração e alma quando estou respondendo os desabafos e coloco ali todo o meu conhecimento adquirido ao longo de anos de estudo, toda minha experiência, tanto de vida, quanto profissional e principalmente, todo meu amor e respeito pelo ser humano e as suas diferentes vulnerabilidades!

Fico profundamente feliz quando imagino o quanto desabafar e ser ouvido sem julgamentos pode ser bom para as pessoas que nos procuram! O ser humano é lindo e é complexo também, mas é repleto de amor em sua essência. Alguns desequilíbrios e obstáculos da vida acabam apagando este amor, porém com autoconhecimento e em alguns casos, apoio psicológico, todos nós podemos construir a felicidade que tanto buscamos!

Adoro poder mostrar este caminho para as pessoas e compartilhar esperança com quem mais precisa. Fazer essa troca, sem dúvida nenhuma, traz resultados positivos para todos os envolvidos!

Foi pensando nisto também que criei um blog chamado Amor para Crescer, onde abordo o amor de diferentes formas, com o grande objetivo de espalhar compaixão e esperança para as pessoas.

Enfim, gosto muito de ser mãe e de estar presente na rotina deles (apesar de todos os ônus que esta decisão traz), adoro ajudar as pessoas que precisam e escrever me faz muito bem, principalmente sobre as questões humanas. Hoje consigo reunir tudo isto ao mesmo tempo na minha vida, o que me deixa feliz e grata por tudo!

Quer desabafar? Conte conosco aqui na ONG… Nós temos que falar sobre isso e eu tenho e terei muito prazer em te ouvir e te ajudar!

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