As escolhas ainda são minhas

em

Anônima, 29 anos, 1 filho

 

Desabafo Anônimo: Tenho 29 anos, um filho de 5 anos e vivo em uma união estável há 7 anos com um homem que se transformou para pior a partir do momento que passei a depender financeiramente dele. Trabalho, mas informalmente e a minha renda costuma ser pouca e variável. E com esse dinheiro ainda tenho que ajudar a minha mãe. Quando meu filho tinha 7 meses, o peguei me traindo e ali se quebrou o vaso, o perdoei principalmente porque quis dar ao meu filho a oportunidade de crescer junto ao pai, coisa que eu não tive e que sempre senti muito. Hoje vivo em um casamento com uma pessoa que não me valoriza em nada, só sabe depreciar tudo que faço e sou, mas fico porque tenho medo de me separar e colocar meu filho em má situação. A maternidade nos põe na situação de sempre colocar nossos filhos antes de nós, e eu faço isso, coloco meu filho antes de mim, minha mãe. Hoje sou extremamente infeliz e me pergunto se algum dia vou poder priorizar a mim. É triste caminhar e não ver felicidade em um futuro próximo, meu filho me traz alegrias e tenho medo de cobrar e projetar minhas frustrações nele. Por mais que os motivos sejam por ele, as escolhas ainda são minhas!

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