Fernanda Lima Rodrigues

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Olá! Meu nome é Fernanda e sou Psicóloga (CRP/05-35506) e Psicoterapeuta, tendo a linha Humanista como referencial. Realizo atendimento clínico particular de adolescentes, adultos e casais no Rio de Janeiro. Vou contar um pouquinho sobre minha trajetória profissional e um pouco da pessoal também pra que vocês me conheçam melhor. Desde a graduação estou envolvida com o estudo das questões relacionadas ao feminino. Realizei trabalhos relacionados à mulher em situação de violência e à saúde da mulher, tanto em instituições quanto na clínica, mas minha trajetória não é linear. Trabalhei como Psicóloga Clínica de 2007 a 2010. Em 2010, aceitei o desafio de trabalhar em organizações. Foram 2 anos trabalhando em RH, depois mais 4 anos trabalhando com atendimento a clientes na área de prestação de serviços embarcações em uma multinacional norueguesa. Nada a ver, não é? Foi um período de grande aprendizado, em que desenvolvi diversas competências e perdi de vez a vergonha de falar inglês, adquirindo fluência no idioma (não tem como ser diferente quando você precisa fazer reuniões, responder e-mails, falar ao telefone e resolver problemas usando o idioma! Foi uma prova de fogo, mas extremamente válida). Pude conhecer pessoas (algumas incríveis e amigas para a vida toda, outras… nem tanto) e vivenciar o dia-a-dia em empresas e as diversas questões envolvidas, em especial o que a mulher enfrenta com relação ao machismo. Após 6 anos trabalhando em organizações, sentia um grande vazio e percebi que não poderia ser realmente feliz realizando aquela atividade. Retomei minhas atividades como Psicóloga Clínica em Outubro/2016, voltando a exercer a atividade em que me sinto realizada, que aquece meu coração e que me move. Apesar desse período de afastamento da clínica, em nenhum momento me afastei do interesse e estudo das questões de gênero. Sou associada à SBED – Sociedade Brasileira Para Estudos da Dor, e também tenho desenvolvido cada vez mais interesse em como a Psicologia compreende o fenômeno da dor e como pode contribuir para essa área de conhecimento. Na clínica, procuro sempre acolher e compreender a pessoa como um todo, para além de rótulos, com um olhar individualizado para cada um que busca a terapia. Isso proporciona um ambiente seguro e receptivo, em que me coloco ao lado da pessoa na jornada em busca de seus próprios caminhos para autoconhecimento e melhora sua qualidade de vida. Apesar de não ser mãe, aos 22 anos eu passei por uma perda gestacional logo no primeiro trimestre e isso impactou minha vida de uma forma profunda. Foi uma gestação extremamente bem-vinda, eu sempre desejei ser mãe. Entendi pela vivência que as coisas muitas vezes não acontecem como a gente espera e também que o impacto emocional de uma gestação independe do tempo de duração. Levei muito tempo para elaborar o luto, especialmente porque tinha muita dificuldade de falar sobre isso e me sentia muito pouco acolhida. É por isso tudo que o trabalho da ONG “Temos Que Falar Sobre Isso” fala bem fundo dentro de mim. É um espaço maravilhoso de acolhimento e promoção do desenvolvimento da mulher, e aborda com muita sensibilidade e responsabilidade o feminino e, em especial, a maternidade. Bom, acho que já falei bastante pra uma breve apresentação. Quero finalizar dizendo que estou aqui de coração aberto, disponível para acolher vocês. Vamos falar sobre isso sim! Um beijo grande!

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