Eles mataram o meu filho!

Por Bruna Fani Duarte, 23 anos – Relato de parto e pós-parto e violência obstétrica em Santa Maria


12 de março, sábado, 10hrs da manhã: estourou a bolsa. Vou ao hospital com uma pasta recheada de ultrassons e exames rotineiros. A enfermeira obstétrica me pede APENAS o primeiro exame apenas para ver o tempo de gestação.
Durante o trabalho de parto eu sinto meu corpo apagar, desmaiar. As dores eram insanas. Pedi para o Tailuan chamar a enfermeira porque eu não ia aguentar. A gente sabe quando não vai.
– “Não, flor, é assim mesmo. É normal. E para cesárea teríamos que conversar com a médica sobre os VALORES.” – disse a enfermeira OBSTÉTRICA. Eu já não conseguia nem ouvir, nem falar com ninguém. Um exame de toque para monitoramento:
A enfermeira NÃO SOUBE VER A DILATAÇÃO. Ela não sabia, pois era estudante. Então, de novo, mais uma vez um torturante exame de toque.
Entra uma amiga, aprendiz de doula, que me ajuda durante o processo DESUMANO da dor, visto que durante 6 horas de trabalho de parto, apenas duas enfermeiras entraram para ver o andamento. Depois de umas seis/sete horas de trabalho de parto, dor insana, elas vêm de novo verificar os sinais. Então, não os sinais do meu bebê não estavam normais. ALI ERA O MOMENTO PARA FAZEREM UMA CESÁREA. Então, me levam para a sala de avaliação PARA A MÉDICA OBSTÉTRICA AVALIAR.
Fraca. Sem comer. Sem soro para me fortalecer e tendo apagado inúmeras vezes sou induzida ao trabalho de parto insano(o que fez com que as contrações fossem mais seguidas e curtas). Nessa sala de avaliação OS BATIMENTOS DO VICENTE ESTAVAM IRREGULARES E ELAS NÃO DERAM ATENÇÃO. Ainda assim, seguiram com o parto ANIMAL.
A médica dizia:
“Não, mãezinha, vai dar, tu não tá te ajudando, tu tem que te ajudar”. Como se eu conseguisse controlar o meu corpo para não passar mal.
“Vamos lá, mãe, vamos tirar essa criança, dai” – diz a médica com pressa para trocar o turno.
ELAS ESTAVAM ANSIOSAS PARA TROCAR DE TURNO .
Então, duas pegaram as minhas pernas para empurrar para cima. Outra empurrava a minha cabeça para baixo. A médica ficava com a mão lá dentro fazendo aquela dor, uma dor tridimensional.
– “Eu achei que DARIA” – disse a médica quando meu bebê subiu de novo com um sorrizinho amarelo. Injetaram glicose para eu parar de apagar. Fizeram episiotomia pelos 8cm de dilatação. E foi. Ele saiu. Mas ele não chorou. Ele nunca chorou. Eu não sentia mais nada. Foi a pior dor que eu já senti. Elas tinham praticamente matado meu filho. E eu não sabia. ‘
-“Mãe, ele não nasceu ruinzinho. – disse a desgraça da médica. É que TU não tava conseguindo se ajudar”. Eu me senti a pior pessoa do mundo, me senti culpada, um lixo. Eu só queria que a minha vida acabasse. Mas nem morrer eu poderia porque o pesadelo só tinha começado.
Durante o período de tempo que eu fui levada ao quarto, toda a equipe já havia se mandado. O pediatra – estúpido, mal educado e hipócrita (sim, porque eu tive que ir atrás para entender o que houve com meu filho). Ele gritou comigo dizendo que não era plantonista, que o bebê nasceu mal e precisava urgente de uma UTI. E foi embora sem me dar nenhum encaminhamento,
Depois de muito desespero tentando mais informações sobre o caso e sendo mal atendida por toda a EQUIPE sem empatia nenhuma, o médico volta a meia noite por causa de um parto e eu consigo um encaminhamento para tentar um leito de UTI via judicial. Gritando comigo e com a minha e com a outra vó do Vicente, ele diz que ESTÁVAMOS PONDO OS PÉS PELAS MÃOS.
AGORA eles praticamente matam meu filho por fatal erro médico e total violência obstétrica e EU ESTOU PONDO OS PÉS PELAS MÃOS AO TENTAR UM LEITO VIA JUDICIAL?!
Esse opressor, f%$%$¨%, riu de nós quando amanheceu e nada havíamos conseguido. O Vicente havia evoluído e conseguido respirar, mas quando um bebê sofre de ANÓXIA a tendência no segundo dia é de ele CONVULSIONAR. E esse querido pediatra simplesmente disse que ele estava melhor. Talvez, nem fosse necessário um leito de UTI (QUE “NÃO” EXISTIA NO MOMENTO). Na nossa segunda noite no hospital, sem encaminhamento do MÉDICO QUE SE RECUSOU A AGILIZAR O PROCESSO, o Vicente convulsiona e entra em coma, ENTÃO, MISTERIOSAMENTE, APÓS ESSE EPISÓDIO, O SENHOR DOUTOR QUE TRABALHA HÁ ANOS COM CRIANÇAS, CONSEGUE UM LEITO DE UTI, onde o Vicente seguiu internado por aprox. 45 dias e vem a falecer depois de outros tantos descasos médicos nesse caminho.
Eles não só acabaram matando o meu filho, como mataram um pouco de mim, dos meus sonhos, acabaram com a minha maternidade, meu futuro e meus planos. Eu tô aqui, com todas as coisas dele, com o quarto dele, com a minha vida para ele e ele se foi.
Agora eu estou aqui, em pedaços relatando isso porque eu estou tomando as devidas providências legais, mas eles estão lá, recebendo seus bons salários, felizes, matando mais e mais crianças inocentes. Ou fazendo de crianças saudáveis, crianças com deficiências sérias. Eles comemoraram o dia das mães. Enquanto eu, choro e lamento todos os dias porque NADA vai fazer o Vicente voltar. Eu tô indignada. Revoltada.
MAS ELES VÃO VER QUE COM MÃE NÃO SE MEXE!
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21 comentários Adicione o seu

  1. Por pouco não consegui ler seu relato. Sofri violência obstetrícia e minha filha teve sofrimento fetal. Graças a Deus ela conseguiu se recuperar mas ficou um trauma e uma dor em mim. Só posso te dizer que você é forte,é guerreira e espero que estes assassinos paguem pelo que fizeram. Também me obrigaram a ficar horas em trabalho de perto forçado e depois fizeram uma cesária de emergência. Minha filha também sofreu anóxia e quase morreu. Sinta-se abraçada por mim. ♥♥

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  2. Jessica Dumont disse:

    Eu passei quase pela mesma coisa que você. Foi no hospital escola, tudo começou no dia 23/05/16 quando fui induzir o meu parto e fiquei dois dias sem sentir nada, no dia 25/05/16, eu comecei a sentir as fortes contrações uma atrás da outra, e eu mais minha mãe ficamos felizes, enfim chegou a hora do meu Arthur vir ao mundo, a felicidade durou pouco. A minha bolsa estourou as 14:30 e a médica falou que tinha uma pequena bolsinha ainda, e quando foram ver o cordão umbilical tinha descido primeiro que meu filho, foi feito uma cesariana de emergência eu senti tudo pois a anestesia não pegou direito e meu filho nasceu morto e ficou assim por 18 minutos. ..teve várias complicações e hoje ele tem um mês porém continua internado…tudo por causa de um erro absurdo.

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  3. Cleidyane Brandão disse:

    O mesmo aconteceu comigo, entrei em trabalho de parto, tinha placenta prévia total e sangrava. Entrei em trabalho de parto 8 h da manhã foi fazer a cesárea 15 h, nesse tempo de espera os bcf oscilavam mt e o médico não deu importância. Minha filha nasceu 15:30 sem batimentos. Sofri mt, eles mataram minha filha e um pedaço d mim junto. Mas Deus me honrou e hj tenho minhas gêmeas.

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  4. Renata disse:

    Fico indignada com tamanha crueldade, lamento pela dor dessa mãe e espero que a justiça seja feita.
    A algum tempo descobri o que é a violência obstétrica, desde entao, temo pelas minhas irmas que podem ser mães um dia, pelas amigas, por mim e mais ainda pelas pessoas simples que não conhecem os seus direitos e acham que devem se submeter a humilhacões por parte desses médicos açougueiros, assassinos de vidas, sonhos e esperanças. Se esses monstros recebem gordos sálarios é porque os pacientes utilizam o serviço deles, são empregados do povo e o mínimo que os deve é respeito.
    Acho que a mídia devia chamar mais a atenção para isso, conscientizando e prevenindo as futuras mães.

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  5. Josafá disse:

    Em frente mulher, o tua luta é a luta de muitas, Não desista!!

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  6. Paty disse:

    Qual hospital?

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  7. Taiane disse:

    Isso é no minimo cruel e tem que acabar. A cada dia mais crescem essas violências obstétricas, com médicos e enfermeiros sem muita experiência e sem amor pelo que faz, muitos que estão ali somente pelo bom salário no fim do mês! Eu acompanhei uma situação parecida com mimha irmã há 4 anos, a história foi bem parecida e felizmente o bebê não veio a falecer porque fomos atrás dos meios de comunicação afim de mostrarmos publicamente o descaso. Eu sou totalmente solidária a sua dor e te desejo muita força para ir em frente e não deixar esses monstros imunes.

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  8. andreia moreira disse:

    Eu sei oq e isso minha bolsa estourou seis da manha n sentia dor nenhuma m levaram pro hospital da cidade p m levarem p otra cidade pq aqui n ffzm parto só a 36km daq numa buraqueira da estrada xeguei lá e pelas onze m furaram oito vezes p axa uma veia p cólon aqle soro desgraçado p induzi o parto normal m dxaram sofrendo faziam toque umas enfermeira estupidas machucavam eu tava muito mal dores horrível e eu dizia q eu n ia ganha normal pq e d familia os ossos n abrem e elas ensistiam em dizer q a dotora tava vindo e p minha mae q a totora tava comigo lá pelas set da noite eu n aguentava mais comecei a vomitar uma agua amarela mal eu tava ai xego a editora vinte pras oito fez um toque e foi uma correria ai foram uma sezaria a minha filha nasceu com a cabeça horrível tem um roxao na parte das costas a marca dos dedos da doutora na região da coluna e xorava muito devia ser dorr eu n pude amamentar pois d tanto sofre e a minha pressão loquiar m deu problemas e n pud amamenta minha filha vai fazer terça 2aninhos mas o roxo não saiu cada vez d eu olhar lembro do descaso q anda com nos mães q nao temos como paga seis mil particular o vida dpnd d SUS e paga tanto imposto

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  9. GMF disse:

    Meus pesames querida, se isso te consola meu filho nasceu de cesáriana e foi direto para casa da mãe, visitei umas 10 vezes ele e me separei dela faz 6 anos. Ele vai fazer 7 anos agora e eu nunca mais vi ele desde aquela época. Ou seja estou a mais de 5 anos sem ver nem conversar com ele. Sofro como vc. Abraços.

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  10. Talita Drummond disse:

    Só tenho algo a te dizer , a justiça de deus tarda mais não falha , o que ele fizeram com esse anjinho e com essa mãe eles vão pagar , que deus conforte seu coração e de seus familiares ,

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  11. Paola Karine Rejas Bitencourt disse:

    É triste quando sofremos nas mãos de pessoas que ao invés de zelarem pelo nosso bem estar, elas priorizam o dinheiro. Sinto muito pela sua perda, muitos deles são desumanos, não tem dom para lidarem com essa profissão . Acabam entrando nessa área por status. Brigue pela vida que eles tiraram de você mas deixe eles tirarem a tua também. Não se desgaste. Quando engravidei da minha primeira filha, meu marido foi transferido para outro estado e decidimos que nossa filha nasceria onde morávamos antes da transferência. Meu pré-natal foi tranquilo, não tive nenhuma intercorrência. Decidi marcar a cesárea para que ele pudesse estar presente. Porém, alguns dias antes da data marcada acordei com sangramento e fui eu mesma dirigindo para a maternidade e o médico de plantão me internou no momento em que cheguei, pois segundo ele minha filha já estava encaixada. Como onde moramos tem a maternidade de excelência decidimos que faríamos o parto com o obstetra de plantão pois chamar o obstetra que me acompanhou demandaria desembolsar mais de mil reais. Decidi esperar para tentar o parto normal para dar tempo do meu marido chegar para me acompanhar. Duas horas e meia depois sem um cardiotoco ou ultrassom, apenas com uma ausculta simples foi identificada a diminuição dos batimentos cardíacos da minha bebê (que poderia ter acontecido pq a bebê mudou de lugar ou pq a técnica de enfermagem nao estava no local certo) e o obstetra simplesmente sai falando alto pelos corredores “cesárea de emergência”. E eu ali, perdida, sozinha… sorte que deu tempo do meu sogro chegar e entrar comigo na sala de procedimento. E então o médico fez a cesárea e acreditem, nunca mais vi a cara dele. Nem na sala de recuperação aguardando liberação para ir ao quarto, nem no quarto e nem nos dias seguintes. E no dia da minha alta nada de alta assinada. E ninguém conseguia contato com ele. Mas também, domingo de sol em Balneário Camboriú-SC dificilmente ele atenderia o telefonema do hospital né. E ninguém queria me liberar pois somente o plantonista da minha cesárea poderia assiná-la. Depois de muito muvucar e mexer meus “pauzinhos” consegui ir pra casa. E até hoje não sei porquê minha filha precisou da cesárea de emergência para nascer. E já se passaram 3 anos. Com minha segunda filha preferi gastar dinheiro e chamei meu obstetra e não me arrependo, tive um tratamento exemplar. Ah, se eu soubesse que passaria por tudo que passei…

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  12. Marta disse:

    Meus Sentimentos a você Bruna pela grande perda e a todas as gestantes que já passaram pela mesma situação.
    Sou profissional da área da Saúde e sei que existem muitos profissionais agindo dessa forma com os pacientes.. maltratando, desrespeitando, humilhando.
    Não é isso que aprendemos quando vamos estudar, devemos preservar a vida e respeitar as pessoas independe da condição social.
    Então Bruna.. não deixe isso impune.. lute com toda as tuas forças..
    Denuncie os profissionais de enfermagem no órgão competente COREN, os médicos envolvidos também… para que seja feita justiça para que eles não façam isso com outras pessoas.
    Você tem todo meu Apoio..
    Que Deus conforte teu coração!!
    Abraço.

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  13. Francisca disse:

    Profundo tristeza em saber sua história e pensar em tantas pessoas que estão passando por isso. Sofri desrespeito de minha GO mesmo sendo atendida no melhor hospital de Porto Alegre. Todo meu carinho e sentimento por sua dolorida perda

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  14. Camila Lima disse:

    Meu Deus, chorei lendo esse post, não consigo nem imaginar a sua dor, que DEUS possa confortar seu coração…..
    E não deixa esses merdas impune não, vai com TODAS AS SUAS FORÇAS E “ACABA” COM ELES POIS SEU VICENTE MERECE ISSO..😳

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  15. Mactieli disse:

    Hoje em dia,muitos médicos queremetente só o salário.não estão nem ai para as pessoas.tenho certeza que se fosse com alguém da família deles seria diferente…colocam pessoas que incompetentes lá, que não sabem nada…Eles são uns animais.têm que processar mesmo e coloca los atrás das grades….gente assim não pode lidar com pessoas e sim com animais…deveriam de ser veterinários e não médicos.pois médicos tem que salvar vidas e não mata las…

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    1. Lola disse:

      Nenhum ser vivo merece ser atendido por um monstro assim!!! Não desmereça os bons veterinários!!!!!! E pq um animal pode ser tratado de tal forma?????? Hipocrisia sua!!!

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    2. Mary Tavares disse:

      Miga nem Veterinário porque maltratar animais é crime .Eu sei casos vários de crianças que são especiais por causa do velho ditado:MÃEZINHA NÃO TÁ NA HORA.tem que punir sim Nada de calar-se.BJ

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  16. Mariana disse:

    Meu abraço, Fani. Como mãe, consigo imaginar a dimensão de sua dor e não sei o que dizer além de mandar meu abraço e torcida para que a justiça seja feita e você consiga superar um pouco essa dor.

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  17. José Luiz Pires Torres Peixoto Cleonilza Rosa Peixoto Torresde disse:

    Fani te conheço lá na Escola. Infelizmente quando fui para ganhar a minha bebê em 2003, decidi ter o parto em Porto Alegre, pois a época o HSM estava totalmente sem recursos e a casa de saúde, como sempre sucateada. Em POrto Alegre na PUC com meio convênio, o tratamento não foi diferente: Obstetras sem dar muitas explicações, enfermeiras sempre ocupadas e pasme; TÉCNICAS DE ENFERMAGEM alegando que fazia FIASCOS. Fiquei 14 horas em trabalho de parto e só não bati numa infeliz de uma obstetra de touquinha de bichinhos vermelha porque aquela desgraçada não chegou perto de mim e também porque não tinha mais forças. Nunca vou esquecer de uma infeliz de uma técnica de enfermagem que após minha bebê nascer me diz na maior cara de pau : “Se tu tivesse colaborado ela (a bebê) teria nascido mais rápido”. Então a culpa por ficar 14 hrs em trabalho de parto ainda era minha??? E uma outra que brincou na sala de parto que em dia de passe livre parece que sai todo mundo para ganhar filho no hospital (referindo-se a super lotação na obstetrícia naquele dia, coincidente com dia de passe livre na cidade). Isso é brincadeira que se diga, naquele momento? Naquele lugar? Aquilo era inapropriado, grosseiro, de péssimo ton e me fez crer que elas (as técnicas) acreditaram que eu só estava ali para aproveitar um benefício do transporte público. Conto esta história para quem quer saber como fui pessimamente tratada no parto de minha filha, que por sorte, ou milagre nasceu saudável e sem complicações. Não sei o que está acontecendo com os profissionais de saúde, cada dia mais desumanos, prepotentes, acham que nunca vão ter de deitar um dia em um leito de hospital e ficar inerte dependente dos outros para comer, defecar, beber.. está faltando postura nesse pessoal,está faltando ética profissional, está faltado amor ao que fazem!

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  18. Elenice disse:

    Absurdo, sequências de absurdos, isso não pode acontecer, é desumano😤😤😤😤😤😤😤😤

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  19. Fernanda disse:

    Minha irmã passou por algo bem parecido de negligência médica, perdemos meu sobrinho Guilherme, não de uma forma tão desumana quanto a sua, mas tudo poderia ter sido evitado. Acho sim, que você deve entrar com todas as vias legais que você possui, mas TENTE tirar esse ódio do seu coração! Isso faz mal a você e a seu bebe! Vc é mãe! Sempre será!! E ele precisa de sua lucidez pra seguir em frente! Vou orar por você e pedir para Deua acalentar e acalmar seu coração! Um beijo!

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