Eduarda Moraes Chacon

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A Eduarda é nossa Assessora Jurídica e estará escrevendo mensalmente artigos aqui no site. Além disso irá tirar dúvidas e auxiliar as mulheres que precisem de ajuda em termos jurídicos.

Advogada em Brasília/DF (OAB 32217/DF), sou especializada nos tribunais superiores e tenho interesse pessoal pelo direito eletrônico: questões de internet e internet das coisas e seus aspectos legais e práticos. Além disso, me interessa a judicialização da arbitragem, especialmente em um futuro que valoriza tanto o compliance.

Me considero, pessoal e profissionalmente, intuitiva, criativa e motivada/movida por desafios. Além de advogada, sou metida a escritora e poeta. O que eu estou procurando são oportunidades. Eu busco ideias e crenças que me inspirem a lutar guturalmente.

Não tenho filhos ainda. Por enquanto, o meu aprendizado diário é ser filha. Aprender sem tentar entender o que significa esse amor de mãe (que eu vejo na minha mãe e em tantas outras). Essa coisa sem explicação, começo, meio, fim ou medida. Estou aprendendo há 32 anos que uma mãe não precisa ser coerente no seu modo de amar, ela precisa apenas de espaço para continuar amando. E se não houver espaço, ela precisa ser respeitada enquanto insiste em lutar para que haja um espacinho que seja. Não importa se toda a lógica conduza à conclusão de que não haverá.  Ela irá tentar mesmo assim. O amor de mãe não sossega. Aparentemente, ele vibra incessante e eternamente. É como o pingo de água na pedra (tump, tump…), trabalhando dia e noite (tump, tump…) por uma avanço que parece invisível e insignificante (tump, tump…).Ela enxerga alguma coisa ali. Não duvida. Não desiste. E tanto bate, até que fura. É por respeito a “isso”, a esse amor de mãe, que estou aqui.

“De Marte, radicada na Terra. Escrevo para falar sem ser interrompida. Sou só um ponto desviante da curva que acha que é chuva, mas é gota d’água.” 

Soneto a mamãe

O amor incondicional é para muitos um mistério

Mas não para as mães que levam tudo mais a sério

Filho mesmo nunca cresceu e nem crescerá

Olha só que jeito do amor de mãe se comportar!

 

Se é febre, fome ou se é dor que até parte o coração?

Chama mamãe, que eu não aguento isso não?

Que coisa louca que é ter alguém te amando assim

Larga tudo e corre só pra cuidar de mim

 

Mas se um dia o tempo passa e tudo muda

Calma, mamãe, vem cá juntinho, não tenha agrura

Porque é a vida que se transforma e a roda gira

 

Um dia eu, mãe dos meus filhos, talvez madura

Fechando o ciclo que tanto roda que um dia vira

Nino a você (ah, ah, ah), dorme mamãe ? tão insegura!

18.11.2015

Eduarda Chacon

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