Estou cansada!

 

A maternidade é APAIXONANTE, é a descoberta de que podemos cuidar de um ser melhor do que cuidamos de nós mesmas. Mas nem tudo são flores. Após 1 mês eu estava exausta e totalmente sobrecarregada,  me deparei com um marido que não ajuda, que não opina, que não cuida, que não fortalece nosso laços de família que somos. Agora briguei muito disse tudo o que me  incomodava. Pedi por favor pra me ajudar. Sim, implorei ajuda! Isso durou uma semana, depois voltou ao normal. Não me ajudava: me via sem comer, sem dormir, sem tomar banho e não ligava, continuava com seu celular no meio da cara. Ameacei divórcio, melhorou uma semana e voltou ao mesmo marido e pai desleixado.

Caí na real: eu não devo implorar por ajuda. Isso deve ser uma coisa compartilhada entre mim e ele, não  dessa forma. É muito triste isso: o cara  que você ama não se preocupa nem com você nem com o bebê, não ajuda. Quando pega no colo fala que o bebê está com fome e que quer mamar. É tão cansativo isso, estou tão cansada dele!

Anúncios

4 comentários Adicione o seu

  1. Ane disse:

    Lendo o depoimento ‘Estou cansada!’ me senti em reflexão e pulsionada a escreve e pedir auxílio a quem estiver lendo, bem como aos moderadores do blog e assessoria jurídica.
    Minha situação de gestação e puerpério foram muito parecidas com a descrição anterior. Trabalho fora, um trabalho puxado, sob pressão. Durante a gestação sofri as pressões do pai de meu filho sempre ameaçando tomar meu bebê de mim e dar a sua irmã que não tem filhos, bem como se unir a minha família para toma-lo de mim. Essas ameças tinham embasamento em não sei o que, mas sei dizer que qualquer coisa que eu dissesse contra sua família e contra o que ele queria, entrava sob essas pressões. Isso por sinal, se prorroga até hoje. Depois vieram agressões físicas, abusos morais e agressões psicológicas. Depois da 6ª agressão, em dezembro 2015, na 3ªf do dia 29.12.2015, fui dormir com o braço direito marcado e muito dolorido. No reveillon, meu celular sumiu e o pai de meu filho se negava a dizer q havia pego até q achei. Na raiva e ânsia de puni-lo, bem como no medo e pavorosa que me encontrava, acabei por registrar a ocorrência. Passei por exame de corpo delito também. Os desajustes estouraram, virou um escândalo, desesperada, contei pra varias pessoas nossas diferenças.
    Bem, o fato é que isso tudo tem atrapalhado meu afeto, dedicação e convivência com meu filho lindo e querido. Agora estou temerosa do b.o.Quero cancelar isso e na hora do almoço de hj irei a DDM para cancelar/ retirar a queixa. Estou temerosa pq há um aviso na delegacia dizendo que não é possível retirar Maria da Penha, mas vou lá e quero retirar. Preciso de orientação, apoio e incentivo. Tenho medo da reação do pai de meu filho. Ainda moramos juntos, estou tentando me separar mas está complicado. Chantagens e mais chantagens, bem como isolamento, nos mantem distante de convivências. O mesmo tem muito apoio de sua família e estou bem cansada desse sofrimento. Vivo agoniada e triste. Tenho que dar conta da casa, criança, trabalho e contas. Sem lazer, sem amigos, sem descontração. Sempre na pressão. Final de semana passo tremendo de nervoso. Por favor, me ajudem. Quero ter mais discernimento. Peço auxílio em orações para que os nossos mentores me auxiliem a conseguir retirar essa queixa. Imensamente agradecida pela atenção.

    Curtir

  2. Mariana disse:

    Querida, vc não está sozinha. Sinta-se abraçada. Creio que de diferentes formas, muitas de nós passam por isso. Meu esposo ajuda muito a cuidar da casa, cuida mais do que eu na verdade, mas não cuida tanto do bebê. Às vezes ele diz que está cansado de me ver ficar uma hora com ele no colo cantando pra ele dormir todas as noites, mas não levanta a bunda do sofá pra me ajudar. Eu tenho que implorar pra ele ficar com nosso filho pra eu poder lavar uma louça, pra variar. Mas ele prefere lavar a louça a ficar com o bebê. E depois ainda sai falando pra família que é ele quem faz tudo em casa, que eu não faço nada… É decepcionante perceber que os homens que escolhemos se ocupam tão pouco com a paternidade. Acho que eles ainda estão pensando que ser pai é garantir o sustento financeiro da família. Mas já passou da hora deles superarem essa crença ultrapassada e se envolverem de verdade com os bebês.

    Curtir

  3. Raissa disse:

    Meu Deus, cmo as nossas histórias são parecidas! Tenho um filho de 3 anos e 6 meses e uma filha prestes a completar 6 meses, e meu marido não ajuda em nada!!!! Não adianta pedir, ele sempre estart cansado pq trabalha quase sempre 10 a 12 horas por dia e ele disse que não consegue. Eu sofro com o seu problema. Se lhe serve de apoio, você não estar sozinha.

    Curtir

  4. Patrícia disse:

    Infelizmente sei bem como é isso, tenho um bebê de 2 anos e 5 meses, e estou grávida de 7 meses; tem dias que uma ansiedade quase incontrolável toma conta de mim pois fico pensando como vai ser com um recen-nascido e um que precisa de muita atenção ainda. Meu marido trabalha a noite e dormi de dia o máximo que ele fica com a família é alguns minutos por dia, ou seja toda educação, atenção, idas ao médico e que mais for relacionado ao meus filhos é da minha conta. As vezes é muito frustrante e desgastante. Mas tenho que pensar os filhotes se não há tinha chutado o balde. Por isso vc não está sozinha força e sabedoria pra gente que Deus nós acompanhe seja caminhada.

    Curtir

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s