Entrevista com Thais Cimino

Do Luto à Luta incia hoje a série de entrevistas com pessoas e, ou instituições engajadas na perda gestacional divulgando as respostas sensíveis, inspiradoras e esclarecedoras da nossa querida Thais Cimino, criadora do projeto Temos que falar sobre isso. Obrigada pelo apoio e incentivo a nossa causa! Juntas somos mais fortes e vamos quebrar o…

Luz ancestral

Por Suely Carvalho – 11 Julho 2015 No sentido oposto à fria indústria da cesárea, renasce a acolhedora figura da parteira O ato de parir é biológico, fisiológico e natural, mas também social e familiar. É moldado pela cultura e pela tradição. O parto tradicional, uma herança de nossos ancestrais, permite a interação social e…

Dando voz ao silêncio

Texto anônimo da nossa colunista enfermeira obstetra Dando voz ao silêncio Há muito as mulheres são violentadas. A cultura patriarcal favorece a violência contra os valores femininos, e sua autonomia. Há vários níveis de violência: agressão física, abusos, violência sexual, violência psicológica, e mais atualmente a violência obstétrica. Esta tem vindo à tona, depois de…

Post inaugural Ruth

Por que decidi advogar na área de violência obstétrica Meu nome é Ruth Rodrigues, sou advogada e microempreendedora. Sou mãe de duas crianças lindas: Miguel, que hoje tem 9 anos e Catarina, uma bebê de 10 meses. O meu primeiro filho nasceu através de uma cesárea que, acredito eu, foi desnecessária. Alegação de baixo batimento…

Duas crianças

Meu marido e eu morávamos com minha mãe que, na época da minha gravidez, encontrava-se em estado avançado de demência vascular. As situações que vou começar a relatar começaram a acontecer a partir do meu 6° mês de gravidez. Minha mãe, devido a doença, começou a trocar o dia pela noite; dormia bastante durante o…

Pergunta Jurídica – “Mãe Solteira”

Olá, tenho 21 anos, e sou “mãe solteira”. Tenho uma filha de dois anos e o pai dela já tentou tirar a guarda dela uma vez, alegando que eu não tinha condições psicológicas para cuidar dela, mas felizmente ele não conseguiu, o que foi acordado foi a guarda compartilhada. Hoje ele está tentando de novo,…

Fernanda L da Ana Be : Minha filha nasceu há 3 meses. Foi uma bebê desejada e é muito amada. Nos 15 primeiros dias eu não senti nada de ruim, depois, alguns dias tive crise de choro quando estava muito cansada fisicamente. Também passou. Porém, o que ficou, até hoje, é uma angústia e ansiedade ao cair da noite, pcipalmente depois que ela dorme. É um bebê que dorme super bem, mas ainda acorda uma x na madrugada pra mamar. Tenho dificuldade em deitar na cama sozinha, preciso estar atenta todo o tempo. Meu marido me ajuda pracaramba. Mas, o sentimento é este, de estar alerta. Parece que nunca mais terei paz dentro de mim.

Ciúme da irmã

Nina, 32 anos, uma filha de 4 anos e uma de 2 meses Quando descobri minha segunda gravidez fui tomada por um medo que me acompanhou: serei eu capaz de amar mais alguém dessa mesma forma? Temia que a segunda filha não fosse amada e amparada o suficiente. Temia que a ela, não fossem dispensados…

Triste, cansada, em dúvida…

2 filhos, um de 2 anos e meio e outro de 11 meses Optei por deixar de trabalhar para cuidar dos meus filhos porque terceirizar a maternidade me parecia algo anti-natural e doloroso. O resultado é que me sinto extremamente sozinha e sem apoio. As poucas amigas que tenho trabalham e não tenho familiares perto….

Simplesmente mãe

Simplesmente Mãe Minha gravidez não foi planejada, na realidade foi um acidente de percurso, um ato imprudente e inconsequente. Eu não tinha um relacionamento com o genitor do meu filho, éramos simplesmente ficantes e numa dessas ficadas o preservativo furou. Tomei pílula do dia seguinte, mas o improvável aconteceu, o meu positivo! Meu mundo desmoronou,…

Eu consegui!

Monica, 1 filho (5 meses) Auxiliar de Infancia, 22 anos Olá sempre desejei ter um filho, era o meu maior sonho. Comecei a ter dores horrendas no fundo da barriga, fui ao médico e diagnosticaram um problema no útero e ovários, falaram logo que teria de ser operada e que me teriam de retirar os…

Depois que pari, renasci!

Carolina, 1 filho (5 meses), escreve em “Depois que pari”, 30 anos Sim, o puerpério é hard mas eu quero falar da gravidez. Muitas vezes quando ia buscar ajuda ouvia: se está ruim agora, espera até o bebê nascer! Pra mim foi um período super difícil, de uma gravidez surpresa, mudança de país e emprego…